União estuda novo plano para ovinos.

A Câmara Setorial de Caprinos e Ovinos elabora proposta para criação de um
programa nacional de fomento. O pleito será encaminhado ainda neste semestre ao
Ministério da Agricultura e tem inspiração no Rio Grande do Sul. Lançado no
início de 2011, o Mais Ovinos no Campo subsidia a retenção de fêmeas e aquisição
de matrizes e reprodutores como forma de aumentar o rebanho.

Segundo o
coordenador da Câmara Setorial da Ovinocultura no Estado, José Galdino Garcia
Dias, que também integra o grupo que trata dos rumos da cadeia no país, a ideia
é que os produtores brasileiros tenham acesso ao programa já no Plano Safra
2012/13. “Mostramos que a ação deu certo no Estado”, avalia. Novos
encaminhamentos virão na próxima reunião da câmara, agendada para 28 deste
mês.

Com abrangência nacional, o crédito poderia ser tomado também junto
ao Banco do Brasil, ampliando as alternativas. Para o presidente da Associação
Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), Paulo Schwab, o incentivo é
fundamental para o incremento do rebanho no Brasil, atualmente de apenas 16
milhões de cabeças, sendo 4 milhões no Estado. “Hoje, temos material genético da
melhor qualidade, mas falta oferta de carne e de lã”, explica o dirigente. Alta
carga tributária, abate clandestino e falta de capacitação são os principais
obstáculos enfrentados atualmente pela ovinocultura nacional, conforme
Schwab.

O Mais Ovinos no Campo tem como meta aumentar em 10% ao ano o
rebanho gaúcho e já resultou na queda de 27,7% no abate de fêmeas em relação aos
machos, segundo dados da Secretaria da Agricultura. Até o final do mês passado,
o crédito liberado pelo Banrisul atingia R$ 34,43 milhões para 1.469 operações e
230,9 mil animais. Foram contratados R$ 14,95 milhões nas aquisições de 66,2 mil
matrizes e reprodutores e R$ 19,48 milhões na retenção de 164.722
fêmeas.

Total de abates

2010
Machos:
188.788
Fêmeas: 210.997

2011
Machos: 173.928
Fêmeas: 136.180

fonte: www.accoba.com.br

Sincronização do estro na pecuária orgânica

A produção de alimentos saudáveis e livres de resíduos é uma demanda atual da
sociedade. O consumidor deseja alimentos de qualidade, a preço justo, saudáveis
do ponto de vista sanitário, isentos de resíduos químicos e biológicos
(antibióticos, vermífugos, hormônios, príons, etc.) e produzidos com menor uso
de insumos artificiais. Além do que existe a preocupação atual com a preservação
do meio ambiente e a biodiversidade, com a geração de empregos no campo,
diminuindo o êxodo rural, assim como, com o bem-estar animal.

Nesta
vertente destaca-se a pecuária orgânica, na qual preconiza-se fundamentalmente o
uso de práticas que minimizem ou evitem tratamentos químicos e hormonais, além
de sua grande preocupação com o bem-estar animal. O sistema de produção orgânico
está, de forma geral, voltado para o impedimento e eliminação do uso de
agrotóxicos e hormônios sintéticos que favoreçam o crescimento do animal de
forma não natural.
A produção animal sob o sistema orgânico certificado ainda é pouco difundida no
Brasil, mas já existem criações, embora em pequena escala. Substituir a produção
convencional pela produção orgânica parece pouco provável, restando uma análise
criteriosa dos pontos fortes e fracos do sistema convencional e encontrar
objetivos comuns entre os dois conceitos (convencional e orgânica).

O
emprego de hormônios reprodutivos tem permitido um favorável e eficiente
controle da reprodução dos rebanhos nos sistemas convencionais. A grande
maioria das técnicas de sincronização do estro utilizam hormônios exógenos,
entretanto vale ressaltar, que não há nenhum prejuízo a produção de alimentos
saudáveis. Os hormônios reprodutivos empregados apresentam metabolização rápida
e trata-se de princípios encontrados fisiologicamente nos animais, além de não
serem registrados resíduos nos alimentos (carne e leite) posterior ao seu uso.

As inúmeras vantagens relacionadas a sincronização do estro aos sistemas
produtivos, com já relatado no artigo “Sincronização do estro”, justificam o
fato do emprego desta biotécnica não ser dispensado na pecuária orgânica. No
desafio de manipular os eventos reprodutivos sem o uso de hormônios, destaca-se
as chamadas alternativas naturais de sincronização do estro, quando se destaca o
efeito macho.

O método possui eficiência confirmada na indução e
sincronização do estro. Trata-se de uma prática de controle reprodutivo
desenvolvida há vários anos e que tem conquistado grande destaque por seu
potencial em seguir o fenômeno “limpo, verde e ético”, além de seu reduzido
custo de implantação.

O processo é realizado pelo contato das fêmeas com
os machos após um período determinado de separação, em geral, 60 dias. Os sexos
devem ser mantidos durante este período sem contato auditivo, visual e olfativo
direto ou indireto. Com a reintrodução abrupta dos reprodutores no rebanho de
fêmeas haverá estímulos endócrinos e comportamentais fisiológicos, induzindo a
ciclicidade e/ou sincronização do estro.

O primeiro ciclo estral
seguinte a reintrodução dos machos, em geral, é de curta duração ou apresentam
ovulação sem prévia manifestação dos sinais de estro. Recomenda-se, portanto, a
cobertura ou inseminação após 10-20 dias do retorno do contato com os machos.

Contudo, o método efeito macho pode ser usados para avançar ou antecipar
a estação reprodutiva, tornar a puberdade mais precoce, ou simplesmente fornecer
a sincronização do estro. Ademais, devido seu baixo custo e por não fazer uso de
hormônios, apresenta-se como uma alternativa eficaz para a reprodução dos
rebanhos, especialmente dos sistemas de produção orgânica.

fonte: farmapoint

Agronegócio tem superávit no primeiro trimestre de 2012

O superávit da balança comercial do agronegócio brasileiro atingiu US$ 15,09
bilhões no primeiro trimestre deste ano. No período, as exportações somaram US$
19,41 bilhões e as importações US$ 4,32 bilhões. As vendas externas apresentaram
variação positiva de 8,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto
as aquisições cresceram 9%.

Os dados divulgados nesta quinta-feira, 5 de
abril, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) mostram
que a receita
das exportações do complexo soja somaram US$ 4,83 bilhões, seguido por carnes
(US$ 3,61 bilhões), complexo sucroalcooleiro (US$ 2,33 bilhões), produtos
florestais (US$ 2,24 bilhões) e café (US$ 1,76 bilhão). O complexo soja foi
responsável por aproximadamente um quarto das exportações do agronegócio, entre
janeiro e março, impulsionado pela soja em grãos.

Na segunda posição, o
destaque foi o segmento de carnes, cujas vendas externas somaram US$ 3,61
bilhões no acumulado do ano (18,6% das exportações do agronegócio). Entre os
produtos, a carne de frango ocupou o primeiro lugar, com US$ 1,76 bilhão,
seguida da carne bovina, com US$ 1,22 bilhão e a carne suína, com US$ 313,63
milhões. Entre as três carnes destacadas, somente a bovina teve queda na
quantidade (-2,2%), enquanto o frango e a suína apresentaram aumento na
quantidade de 4,3% e 3,8%, respectivamente. Em compensação, enquanto a carne
bovina observou aumento de 1,8% no preço, a de frango e suína registraram perdas
de -3,1% e -2,8%.

Chamou atenção na balança que as exportações de café
somaram US$ 1,76 bilhão no período. Apesar do aumento no preço de venda em
15,8%, o valor e a quantidade exportada sofreram redução em relação a 2011, de
9% e 21,4%, respectivamente.

O principal parceiro comercial do
agronegócio no acumulado deste ano é a China, com US$ 2,96 bilhões, o que
representou um aumento de 84,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Isso
significa um aumento de mais de seis pontos percentuais no share do país sobre
as vendas externas brasileiras do setor. Além da China, outros países se
destacam como parceiros do Brasil, em crescimento, no período, como Taiwan,
Emirados Árabes Unidos e o Egito. Já entre as maiores perdas, destacam-se a
Rússia (-53,5%), seguida pela Argentina (-14%).

Confira aqui os números da balança comercial.

As informações
são do Mapa, adaptadas pela Equipe AgriPoint.

13ª cotação mensal do preço do cordeiro – Preços oscilam pouco mais mantém tendência de crescimento

Desde janeiro de 2011, o FarmPoint está realizando a cotação mensal do preço do
cordeiro. O objetivo inicial é coletar informações com agentes de mercado de
alguns Estados, de modo a estabelecer um entendimento claro de como está
funcionando a ovinocultura e futuramente, elaborar artigos com análises e
tendências.

Este conteúdo é inédito, as perspectivas são de crescimento
e uma das metas é coletar informações de outros Estados que ainda não estão
incluídos na nossa pesquisa. Para a elaboração deste projeto, realizamos um
levantamento e entramos em contato com frigoríficos e produtores de carne de
várias praças (associações, cooperativas e produtores que possuem uma marca de
comercialização de carne) e órgãos estaduais que realizam cotações regionais de
carne de cordeiro. Com o formulário elaborado pelo FarmPoint e divulgado no site,
também pretendemos aumentar a nossa lista de informantes de mercado para que o
resultado das cotações mensais realizadas seja cada vez mais preciso e de acordo
com a realidade brasileira.

Tabela 1 –13ª Cotação Mensal do Preço
do Cordeiro – março de 2012. (ps: variação
comparando com os preços cotados
no mês de fevereiro de 2012).

 fonte: Farmapoint.

Comissão Nacional de Caprinos e Ovinos da CNA debate sugestões da iniciativa privada para próximo plano agrícola e pecuári.

Os integrantes da Comissão Nacional de Caprinos e Ovinos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) debateram, nesta terça-feira (27/03), em Brasília, as sugestões da cadeia produtiva para o Plano Agrícola e Pecuário 2012/2013, que deve ser anunciado pelo Governo federal até junho deste ano. No plano, lançado anualmente, o governo define o montante total e as especificidades das linhas de crédito direcionadas para o setor agropecuário. As sugestões serão avaliadas pelos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e do Desenvolvimento Agrário (MDA). Se aceitas pelo Governo federal, as sugestões serão incluídas no próximo plano agrícola e pecuário.

Uma das medidas sugeridas pela Comissão Nacional de Caprinos e Ovinos da CNA é a redução da taxa de juro dos financiamentos para custeio e retenção de matrizes de 6,5% para 4,5% ao ano. “A redução vai contribuir para a redução dos custos da atividade”, afirmou o presidente da Comissão, Francisco Edilson Maia. A sugestão é que o limite do financiamento seja de R$ 130 mil por produtor e R$ 2 mil por animal, com de dois anos para pagamento, incluindo um ano de carência. Outro pedido é para manutenção dos mecanismos de apoio a comercialização, especialmente a Linha Especial de Crédito (LEC) para leite de ovelha, leite de cabra e para lã (nas três categorias de qualidade).

Também foi discutida a parceria firmada, por meio de termo de cooperação, entre o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para capacitação técnica. Nesta semana, 28 técnicos, instrutores do Senar, da área de ovinocultura de corte, participam de capacitação, atividade desenvolvida na unidade da Embrapa de Sobral (CE). Estão programadas outras capacitações para os meses de abril e maio.

Na reunião de hoje, o presidente da comissão também apresentou a maquete da planta referencial de abate de ovinos e caprinos, desenvolvida a partir das necessidades da cadeia produtiva. A unidade atende a rigoroso modelos de produção. Quando instalada, a planta permitirá, também, o abate de suínos e bovinos, num total de 40 a 80 animais por dia. “Essa planta segue um projeto-padrão, garantindo maior qualidade ao produto oferecido no mercado brasileiro”, afirmou.

 

fonte; CNA

MS exporta 80% de seus ovinos para frigorífico de SP

Mato Grosso do Sul exporta 80% de sua produção de ovinos para o frigorífico Marfrig, da cidade de Promissão, em São Paulo. Visto essa demanda e outros dados favoráveis, passamos a viajar pelo interior do Estado exibindo as tendências do mercado da ovinocultura, buscando uma diversificação na produção, e mostrando mais uma possibilidade de renda ao produtor”, afirma o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso do Sul – SENAR/MS, Clodoaldo Martins, durante a abertura do Programa Pró-Ovinos, em Sidrolândia (MS).

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica – IBGE, indica que no ano de 2010 havia no Centro-Oeste 1.268.175 ovinos, o que deixa a região somente atrás do Sul e Nordeste do País, que assumiram, respectivamente, a segunda e primeira colocação. Já o Estado de Mato Grosso do Sul, está em 8º lugar no ranking nacional, com uma produção de 497.102 em rebanho ovino, do total de 17.380.581 desenvolvidos no Brasil.

Há estimativa de que o consumo da carne seja uma crescente, chegando a atingir em 2020, o total de 138 milhões de toneladas nos países em desenvolvimento, e 115 milhões nos países desenvolvidos. A Ásia e Oceania devem aumentar sua proporção de consumo para 37 milhões de toneladas nessa mesma época, segundo o pesquisador Fernando Alvarenga Reis, um dos palestrantes do Programa Pró-Ovinos. “Há uma relação direta entre o aumento de renda do consumidor, com a estatística de consumo de carne”, afirma o pesquisador.

Ele conta também que, pesquisadores da Universidade de São Paulo – USP, durante o ano de 2009, entrevistaram 93 pessoas e chegaram ao resultado de que 88.17% dos questionados, afirmam gostar da carne de ovinos, estimando que 79,06% mostram preferência a essa carne quanto às demais. Porém, 96,46% julgam ser uma carne mais cara em relação às outras.

Ainda conforme informações de Fernando Alvarenga Reis, em 2011, o valor da carne dobrou, com grande variação entre os estados brasileiros. No interior de São Paulo, por exemplo, o quilo do cordeiro chega a custar R$ 5,53 – vivo, e o quilo da carcaça se aproxima a R$ 12,50. A realidade do Maranhão é ainda maior em valores, alcançando a cifra de R$ 8,10 o quilo do animal vivo, e o dobro do valor quando morto. “No Estado de Mato Grosso há uma certa desvalorização, chegando a custar R$ 3,00 o quilo do animal em vida”, ressalta o palestrante.

Reis alega durante o evento, que uma vantagem para a produção brasileira tem sido a queda da importação do Uruguai, considerado um dos maiores produtores de ovinos. Em 2011, foi registrada queda de 19% na importação de cordeiro no período de seis anos. No Brasil, foram abatidos em 2010, o número equivalente a 79.300 ovelhas, para comercialização da lã e carne, enquanto que 2011 registrou o aumento para 90.140 cabeças abatidas. Ainda em 2010, o País foi responsável pela produção de 11.646.349 quilogramas de lã, sendo 10.687.809 correspondente ao Estado do Rio Grande do Sul.

“Devemos nos atentar à sazonalidade. No verão, registramos uma oferta de 20 mil cabeças, enquanto que no inverno, a oferta foi de 3 mil no Rio Grande do Sul, talvez essa seja a oportunidade de MS se inserir no mercado, com intenção de competitividade no cenário econômico, além das vantagens para o produtor do Estado”, indica a coordenadora do Programa Pró-Ovinos, Mariana Gilberti Urti.

 

fonte: Famasul

Estados assinam termo por avanço da área livre de aftosa.

Cinco estados do Nordeste e o Pará já estão incluídos na próxima fase do cronograma. Paraíba e Rio Grande do Norte precisarão passar por novas avaliações
Um termo de compromisso – proposto pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) – foi assinado por representantes de Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pará, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte para garantir o prosseguimento do projeto de ampliação da zona livre de febre aftosa do Brasil.

O acordo foi firmado nesta terça-feira, 27 de março, durante uma reunião entre integrantes do Departamento de Saúde Animal (DSA), secretários de Agricultura estaduais e membros de agências de defesa agropecuária, em Brasília. Nele, os Secretários da Agricultura dos estados se comprometem a executar integralmente as medidas acertadas nos Planos de Ação – e aquelas consideradas complementares – para correção das deficiências apontadas em auditorias do Mapa realizadas em 2011 e no início de 2012.

No documento, as autoridades estaduais também garantem o cumprimento das condições exigidas para o avanço dos trabalhos. O objetivo é alcançar os resultados mínimos satisfatórios para itens considerados imprescindíveis e melhorar os demais critérios (classificados como importantes ou necessários) sem retrocesso nos 27 pontos avaliados pelo Ministério.

A próxima etapa prevista dentro do cronograma definido pelo DSA será a realização do inquérito soroepidemiológico nos estados de Alagoas, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco e Piauí. Na próxima semana, uma reunião preparatória com os técnicos que participarão dessa atividade será promovida em Brasília.

Paraíba e Rio Grande do Norte, que não atenderam à expectativa mínima esperada, terão restrições para transitar com seus animais susceptíveis à febre aftosa e produtos aos demais estados. A restrição é válida até que esses dois estados sejam incluídos na lista conforme os resultados das auditorias seguintes.

Somados, os convênios plurianuais estabelecidos pelo Mapa com os estados (exceto Piauí e Rio Grande do Norte) atingem cerca de R$ 100 milhões. O principal objetivo é permitir que a região seja reconhecida nacionalmente como livre de febre aftosa com vacinação ainda este ano, o que dependerá da implementação das melhorias recomendadas e dos resultados da investigação soroepidemiológica.

“Precisamos ter certeza de que não há circulação de vírus na região e que os estados contam com uma estrutura mínima para manter o status alcançado. Queremos que o bloco avance como um todo para que possamos apresentar um pleito único, de toda a região, junto à Organização Mundial de Saúde Animal”, declara o diretor do DSA, Guilherme Marques

Burger king Lança hamburguer de carne de cordeiro.

Os anúncios do Burger King Lamb Flatbread Burger trazem as palavras “1st time ever” (1ª vez), levando à ideia de que essa é a primeira vez que uma importante rede de fast food comercializa hambúrgueres feitos com carne de cordeiro.

O momento do lançamento faz sentido: os hambúrgueres de carne de cordeiro têm sido um alimento básico em cardápios urbanos há vários anos. Por outro lado, o preço da carne de cordeiro tem aumentado ainda mais abruptamente do que o preço da carne bovina nos dois últimos anos, de forma que parece improvável que os hambúrgueres de carne de cordeiro tenham um importante impacto na maioria das redes de fast food do mundo por algum tempo.

fonte: Farmpoint

De 10 a 15 de abril expobahia, segunda etapa do Ranking Nacional da Raça Santa Inês.

A ExpoBahia acontece de 10 a 15 de abril de 2012 no Parque de Exposições Agropecuárias de Salvador e pretende reunir criadores e produtores de caprinos e ovinos dos estados da Bahia, Minas Gerais e São Paulo.

Em sua décima edição, a exposição trará mais uma vez A Copa Dente de Leite, uma competição promovida pela Associação dos Criadores de Caprinos e Ovinos da Bahia – ACCOBA que irá premiar os melhores animais com idade de até 12 meses. A Copa Dente de Leite distribuirá 15 mil reais de premiação em dinheiro para os expositores associados à ACCOBA.

A ExpoBahia será a segunda exposição do Ranking Nacional da Raça Santa Inês promovido pela ABSI, sendo a primeira do calendário de 2012 no Nordeste .

Maiores informações sobre a  ExpoBahia você acompanha aqui no portal da ABSI ou acessando www.accoba.com.br