GOVERNO COMPRARÁ ATÉ 300 MIL TONELADAS DE MILHO PARA PECUARISTAS

Medida provisória (MP) publicada nesta segunda-feira (21/01) pela presidenta Dilma Rousseff no Diário Oficial da União permite que o governo federal compre até 300 mil toneladas de milho em grãos para venda a pequenos criadores de bovinos, aves, suínos e caprinos de municípios da área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), que inclui também o norte do Espírito Santo e de Minas Gerais. A medida, em caráter excepcional, também servirá para recompor os estoques públicos. O texto altera uma MP de 09 de novembro de 2012.

A compra do milho se dará em leilões públicos, e as quantidades adquiridas serão definidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em conjunto com o Ministério da Fazenda e o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Os três ministérios também decidirão os limites e as condições de venda do grão e a metodologia dos leilões.

Por meio de nota, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informou que a solicitação foi feita pelo ministro Mendes Ribeiro à Casa Civil, “devido ao estado de calamidade pela qual estão passando diversos municípios nordestinos”.

Segundo o Mapa, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) tem estoque de 250 mil toneladas que pode ser utilizado, de imediato, para beneficiar os pequenos produtores da região. Para adquirir a nova remessa de cereal, a Conab foi autorizada a utilizar, excepcionalmente, recursos da Garantia e Sustentação de Preços na Comercialização de Produtos Agropecuários.

O crédito só é utilizado quando o preço do produto adquirido está abaixo do valor mínimo de mercado estipulado pelo governo federal. A iniciativa deve beneficiar 120 mil pequenos agricultores de aves, suínos, bovinos, caprinos e ovinos cadastrados no Programa de Vendas em Balcão, da Conab.

A MP alterada pela publicação de hoje trata do pagamento do auxílio emergencial financeiro de R$ 320 por família aos beneficiários do garantia-safra afetados por desastres ambientais ocorridos em 2012. O auxílio é pago a famílias que tenham renda de até dois salários mínimos e estejam em municípios que decretaram situação de calamidade pública ou tiveram situação de emergência reconhecida pelo Ministério da Integração Nacional. O pagamento será feito em quatro parcelas mensais, reforçando o garantia-safra, que é de até R$ 560 anuais por família.

Novas estratégias atendem aos pequenos produtores de caprinos e ovinos do semiárido baiano

A Associação dos Criadores de Caprinos e Ovinos da Microrregião de Senhor do Bonfim (Accosb), em parceria com o Sebrae, assinou um convênio com a Secretaria estadual de Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri) para assumir a gestão da “Pulmão Verde”, uma área no município de Ponto Novo na qual se cultiva pastagem para caprinos e ovinos. Para garantir impulso a caprinovinocultura, também foi criado o Projeto do Cordeiro do Piemonte.

Segundo o presidente da Accosb, Gaudêncio, o Projeto do Cordeiro do Piemonte foi elaborado com a finalidade de se organizar a cadeia produtiva da carne ovina para que os produtos sejam diferenciados. “O mercado vem exigindo um produto diferente, baseado no tripé qualidade, regularidade e quantidade”. Para ele, o projeto do Cordeiro do Piemonte e a Criação da Cooperativa para o Pulmão Verde é de grande importância na unidade para a criação de caprinos e ovinos, que visa a produzir carne de cordeiro da região “Hoje, caprinovinocultura é referência nacional, especialmente na área de genética. Pensando nisso, o Pulmão Verde é necessário, pois é uma área específica para a produção de alimentos, que servirá de fonte de abastecimento para os períodos de baixa produção de pastagens ou da seca como está ocorrendo agora”.

O Sebrae trabalha em parceria com o Projeto do Cordeiro do Piemonte e produtores desde 2012, realizando consultorias tecnológicas e gerenciais, capacitações e reuniões para o desenvolvimento do Projeto. ”A parceria consiste em organizar um grupo de produtores de caprinos e ovinos para a produção e fornecimento de carne de cordeiro na região. Nos anos anteriores, trabalhamos com o Projeto de Caprinovinocultura e tem dado grandes resultados”, explicou o coordenador interino da Regional do Sebrae de Jacobina, Osório Rebouças.

Pulmão Verde – O Pulmão Verde possui cerca de 100 hectares de pastagens para a produção de feno, que garante a nutrição, fator importante no desenvolvimento do setor pecuário. Conta ainda com pivô central de irrigação, galpão de armazenamento e todo o maquinário necessário.

Projeto Rondon promove oficina sobre criação de caprinos e ovinos em Queimada Nova (PI)

O ano de 2012 não foi fácil para os criadores de bodes e carneiros do município de Queimada Nova (PI). A falta de chuva levou muitos agricultores como Espedito José de Souza a vender seu rebanho para conseguir garantir o sustento de sua família, “das 90 ovelhas que tinha, vendi 70 para garantir a alimentação das 20 que deixei ficar”, conta.

Assim como ele, diversos produtores rurais de Queimada Nova viram seu rebanho diminuir por falta de reserva de pastagem. A pequena cidade com cerca de 8 mil habitantes tem sua principal renda da agricultura de grãos como feijão, milho e da criação de caprinos e ovinos. Essa é a realidade da grande maioria dos estados nordestinos que, segundo dados do IBGE, em 2010, possuía 9,3 milhões de cabras e bodes.

Para garantir a produção do município e estabelecer orientação na prevenção da seca com reservas de plantações para o rebanho, agricultores formaram a Associação de Criadores de Caprinos e Ovinos de Queimada Nova, a Caprinova. A associação, liderada por Valter Rodrigues Coelho, foi convidada pela Secretaria de Agricultura e meio ambiente para participar da oficina realizada por integrantes do Projeto Rondon. Foi desenvolvida uma programação especifica para esses moradores rurais que correspondem a 85% da população do município.

Em pleno domingo (20), até 12h30, a quadra da Escola Estadual Padre Teixeira estava lotada de agricultores da Caprinova que viam na conversa com os rondonistas a possibilidade de melhorar a difícil situação enfrentada todo ano quando a chuva para de cair no sertão.

A frente a oficina, estudantes da Universidade Estadual de Londrina (UEL) iniciaram com um dos pontos que mais tem preocupado o agricultor Espedito, assim como muitos da associação: a alimentação do rebanho.

A estudante de agronomia da UEL, Tatiane Lobak, levou ao público um dos principais cuidados que para preservação do rebanho: planejamento. Segundo ela, uma medida simples como produção de diferentes culturas de plantação podem amenizar as perdas e garantir o alimento dos animais. A rondonista também destacou que sua apresentação tentou se adequar à realidade local. “Não adianta mostrar um produto que não seja viável para a população, então, tentei apresentar materiais de baixo custo e sem necessidades de grandes equipamentos para fornecer alimento para animais.”

Acostumada a estudar apenas sobre bovino, Tatiane também encontrou um desafio para levar um novo conhecimento para os participantes, por isso, aprofundou os estudos sobre caprinos e ovinos. A alimentação dos caprinos da região é feita por plantas típicas como mandacaru, leucena e algaroba.

Quem participou de toda oficina também acompanhou outros temas como preservação do meio ambiente, construção de fossas sépticas e cuidados com o lixo. Para o presidente da Caprinova, a ação dos rondonistas ajudou muito os agricultores. “Foi uma orientação muito boa por parte do manejo dos animais. É muito gratificante”, avaliou.

NZ: cortes significantes nos pagamentos de cordeiros prejudicam produtores

Os produtores neozelandeses estão vendo os preços de seus cordeiros caírem 40% ou mais nas vendas em todo o país, à medida que companhias de carne cortam os pagamentos para evitar as fortes perdas que tiveram na estação anterior.

A maior companhia de carne da Nova Zelândia, Silver Fern Farms, reportou perdas operacionais líquidas após taxas de mais de NZ$ 31 milhões (US$ 25,91 milhões) no ano passado. A maior processadora e exportadora de carne ovina do país, Alliance Group, perdeu NZ$ 50 milhões (US$ 41,79 milhões).

O corretor da Ilha do Sul, Peter Walsh, disse que os exportadores de carne estão tendo que recuperar suas perdas, mas a queda de 40% sobre os pagamentos do ano passado para cordeiros comerciais é um golpe significante aos produtores de ovinos. Ele disse que os preços caíram de NZ$ 7 ou NZ$ 8 (US$ 5,85 ou US$ 6,68) por quilo no ano passado para NZ$ 4-NZ$5 (US$ 3,34-US$ 4,17) nesse ano.

Em 23/01/13 – 1 Dólar Neozelandês = US$ 0,83586
1,19600 Dólar Neozelandês = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)

A reportagem é do Radio New Zealand, traduzida e adaptada pela Equipe FarmPoint.

Governo compra carnes de criadores para reduzir prejuízos da seca em Pernambuco

Criadores de cabras e ovelhas do semiárido de Pernambuco estão vendendo animais ao governo federal para tentar reduzir os prejuízos provocados pela estiagem. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, a partir do programa de aquisição de alimentos, está doando a carne comprada para comunidades carentes.

Três pequenos criadores de Afogados da Ingazeira, localizado no Sertão do Pajeú, acompanharam a entrega. Para eles, que estavam tendo dificuldade para vender as cabras da criação, o programa do governo federal chegou em boa hora.

“Um momento muito bom pra gente. Na época da seca, da estiagem, a gente estava com dificuldade pra vender porque o atravessador estava querendo comprar com o preço lá embaixo, e na hora que a gente chegou botando lá no abatedor da Conab foi muito bom porque a gente teve um valor a mais do que a gente estava vendendo”, disse o criador José Ivo Batista.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em parceria com o a Secretaria de Agricultura de Pernambuco, está realizando a distribuição das doações e, nesta segunda-feira (21), os alimentos chegaram ao município de Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife. O Instituto Céu Azul, localizado no bairro do Timbi, em Camaragibe, atende mais de 300 crianças da comunidade e recebeu 200 quilos de carne de ovinos e caprinos.

Carlos Antônio da Silva, presidente do Instituto Céu Azul, contou que a comida que chegou nesta segunda-feira vai ajudar muito. “Com essa alimentação que chegou agora, vai exatamente facilitar o abastecimento da alimentação diária das crianças, de forma que isso é de fundamental importância para o andamento do nosso projeto”, falou.

O presidente nacional da Conab, Rubens Rodrigues, disse que o programa tem como meta principal ajudar os pequenos criadores do semiárido atingidos pela estiagem e os alimentos serão sempre distribuídos com instituições que atuam em comunidades carentes. “Enquanto houver a situação de estiagem no Nordeste e principalmente aqui no estado nós vamos dar continuidade a esse programa. Ele já foi estendido até 30 de junho”, afirmou o presidente do Conab.

As informações são do FarmPoint.

CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA JURADOS 2013.

CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA JURADOS 2013.

O Curso de Atualização de Jurados é voltado aos profissionais que já atuam como Jurados, nas classes efetivo e master, junto ao Colegiado de Jurados da Raça Santa Inês (CJRSI). O curso tem caráter obrigatório para a permanência dos jurados no quadro do referido Colegiado e será realizado pela Associação Brasileira de Santa Inês.

O curso terá o custo de R$250,00 e será ministrado por Domingos Ribeiro que será o coordenador do curso juntamente com Felipe Adelino Lima e Rodrigo Orzil Viana. A ABSI oferecerá aos participantes hospedagens nas instalações da EBDA em Salvador, as acomodações são possuem ar condicionado e comporta até 04 pessoas por quarto. Será oferecida também a alimentação durante período do curso, as inscrições podem ser realizadas impreterivelmente até 15 março de 2013.

Abaixo o Jurado deve baixar a ficha de inscrição preenche-la e encaminha-la para o e-mail: contato@absantaines.com.br, você receberá o seu boleto de inscrição para pagamento em até 03 dias úteis no e-mail fornecido.

FICHA DE INSCRIÇÃO

Público: jurados das classes efetivo e master do CJRSI.

Data: 13 a 16 abril de 2013.

Valor da Inscrição: R$ 250,00 ( Duzentos e cinqüenta reais).

Local: Parque de Exposições Agropecuárias de Salvador.

Carga Horária: 40 horas.

Parte teórica

  • Código de ética do expositor;
  • Código de ética do jurado;
  • Padrão Racial da Raça Santa Inês;
  • Linha de Julgamento;
  • Regulamento da Raça.

Parte prática

  • Julgamento, avaliação e comentários;

 

INSTRUTUTORES:

 

  • DOMINGOS – CORDENADOR GERAL
  • RODRIGO ORZIL VIANA
  • FELIPE ADELINO LIMA

COLORABORES:

  • JOSELITO BARBOSA – PRESIDENTE DO COLEGIO DE JURADOS DA RAÇA SANTA INÊS – CJRSI
  • ANDERSON PEDREIRA – ABSI.

 

Atenciosamente,

 

Associação Brasileira de Santa Inês – ABSI

Temporada de ovinos projeta boas vendas para o começo do ano

Mesmo que o forte da temporada de comércio de ovinos comece em janeiro, os resultados das feiras realizadas em dezembro indicam criadores animados em investir na ampliação da produção para oferta de carne ao consumidor. Na avaliação do presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Ovinos (Arco), Paulo Schwab, as compras de ventres e reprodutores vão se intensificar a partir da virada do ano.

– Tivemos um bom início de temporada, os eventos que ofertaram cordeiros tiveram todos os exemplares vendidos. E os produtores estão comprando animais para reprodução, com a ideia de ampliar o plantel e aumentar a oferta de carne no mercado – salienta.

Para Schwab, a facilidade de crédito do programa Mais Ovinos no Campo, criado em janeiro de 2011 pela Secretaria da Agricultura, tem impulsionado o desenvolvimento da atividade nos últimos dois anos. Com créditos de R$ 102 milhões para retenção de fêmeas no campo e aquisição de matrizes e reprodutores, até outubro foram liberados R$ 42,48 milhões em 1,82 mil contratos para 269,38 mil animais.

Segundo o dirigente da Arco, o consumo médio per capita de carne ovina no Brasil é modesto, de 400 gramas ao ano. A quantidade é muito baixa se comparada a outros tipos, como a suína, que ultrapassou os 15 quilos per capita em 2012. Schwab enfatiza que um dos problemas a ser resolvido é a informalidade no abate de ovinos, que no Brasil chega a surpreendentes 92%.

– Quanto mais conseguirmos organizar o setor e agregar valor à produção, poderemos ter maior alcance junto ao consumidor – ressalta Schwab.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que o número de ovinos no Brasil é de 16 milhões de cabeças. Para atender à demanda interna e aumentar o consumo, a estimativa dos criadores é de chegar a 50 milhões de animais.

Requisitos sanitários para sêmen de caprinos e ovinos estão em consulta pública

Está em consulta pública a proposta de Instrução Normativa (IN) que estabelece os requisitos sanitários para processamento e comercialização de sêmen de caprinos e ovinos. O texto foi publicado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) nesta segunda, dia 7, no Diário Oficial da União.

Os requisitos presentes na proposta de IN estão alinhados ao código sanitário da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) para a atividade. De acordo com a chefe da Divisão de Fiscalização de Material Genético e Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária, Daniela Lacerda, existem regras para outras espécies e a IN ajudará a organizar a cadeia de produção de sêmen de ovinos e caprinos, estabelecendo critérios adequados à realidade brasileira.

O texto define que a colheita, processamento, distribuição e comercialização de sêmen dessas espécies somente poderão ser realizadas em Centros de Coleta e Processamento de Sêmen (CCPS). Além disso, a norma define qual o procedimento para ingresso de animais no rebanho de quarentena no CCPS, exames para controle de doenças e adição de antibióticos durante o processamento do sêmen.

A Coordenação de Trânsito e Quarentena Animal (CTQA/Mapa) receberá sugestões à IN por 60 dias, a contar a partir da publicação no DOU, por carta ou e-mail. O texto do projeto está publicado no portal do Mapa, no link Legislação, menu Consulta Pública.

fonte: MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

ANO PROMISSOR PARA OVINOCULTURA EM MATO GROSSO

O que pode significar um 2013 promissor e de boas expectativas. Um deles é o segmento da ovinocaprinocultura, que segundo especialistas se torna a cada dia uma atividade rentável e por isso tem atraído mais adeptos. De acordo com dados do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado Mato Grosso (Indea-MT) o rebanho de ovinos e caprinos no Estado é de 1,4 milhão de cabeças, com uma taxa de crescimento de 27% ao ano, respondendo por cerca de 11% do rebanho nacional, que é de 17 milhões de animais. Uma das ações realizadas para o desenvolvimento desta cadeia foi a criação do Grupo Gestor da Ovinocaprinocultura, cujo compromisso é fortalecer de modo capacitado todas as estruturas do setor, para que haja o crescimento da atividade.

De acordo com Paulo de Tarso, coordenador da Cadeia Produtiva da Ovinocaprinocultura no Estado, vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (Sedraf), um dos alicerces do deste grupo são os Consórcios Intermunicipais, que estão realizando o acompanhamento de todas as atividades. O objetivo é mapear toda a cadeia produtiva, com ações voltadas para as demandas que serão levantadas. A ideia é de que o produto chegue aos consumidores com alto padrão de qualidade, sendo que para isso é preciso mobilizar todo o Estado. Em função disso, foi realizada uma parceria entre a Embrapa e o Estado de Mato Grosso, para a elaboração de um projeto com ênfase na capacitação continuada de técnicos multiplicadores. O papel da instituição é oferecer tecnologia com base nas potencialidades dos municípios mato-grossenses.

Os trabalhos a serem executados preveem a criação das Unidades de Referências Técnicas (URTs) a serem instaladas em determinadas propriedades rurais estrategicamente situadas, que servirão de referência técnica aos produtores das regiões abrangentes. O repasse do conhecimento será de responsabilidade das instituições de Mato Grosso, como Unemat e UFMT, além do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Sebrae, Senai, Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), entre outros. A proposta prevê a modernização dos frigoríficos, buscando produtos finais competitivos junto aos mercados de carne.

Tarso destaca ainda que 2013 pode ser um ano positivo para o setor, já que a ovinocultura tem se tornado cada vez mais uma atividade lucrativa, com a carne de cordeiro ganhando mercado, com uma excelente remuneração. Segundo ele, comparando com a pecuária de corte na produtividade por hectare a produção de cordeiros rende três vezes mais que o boi. “Nosso grande desafio é a organização da produção para transformar a atividade em lucros direto para o produtor. Hoje temos os frigoríficos de Rondonópolis e Alta Floresta funcionando em pleno vapor, mas esperamos mais investimentos neste sentido”.

fonte: portal do agronegocio