Inscrições para edição especial do Prêmio Embrapa de Reportagem seguem até janeiro

Jornalistas que tiveram suas reportagens sobre pesquisa agropecuária veiculadas nos últimos 40 anos podem concorrer à edição especial do Prêmio Embrapa de Reportagem. As inscrições podem ser feitas até 31 de janeiro de 2014.

A edição é comemorativa aos 40 anos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), completados em abril de 2013. Por isso, serão aceitas reportagens que atendem ao regulamento e que foram ou serão veiculadas no período de 26 de abril de 1973 até 31 de dezembro de 2013, por veículos de comunicação sediados tanto no Brasil quanto no exterior, desde que em língua portuguesa.

“Esta edição especial é um reconhecimento ao trabalho dos jornalistas, profissionais que sempre acompanharam a atuação da Embrapa e das empresas estaduais de pesquisa agropecuária e universidades. Juntas, essas instituições mudaram o cenário da agricultura brasileira e a tornaram um caso de sucesso com repercussão mundial”, afirma Maurício Lopes, presidente da Empresa. “E os jornalistas que dedicaram esforços para contribuir no processo de fazer chegar os resultados da pesquisa à sociedade são parceiros fundamentais nessa história”.

O valor da premiação totaliza R$ 60.000,00 (sessenta mil reais) divididos entre os vencedores de cada uma das quatro categorias – Impresso, Vídeo, Rádio e Internet. Assim, o primeiro colocado de cada categoria receberá o valor bruto de R$ 15.000,00 (quinze mil reais), sobre o qual será descontada a parcela referente ao Imposto de Renda.

De acordo com o regulamento, disponível emwww.embrapa.br/premiodereportagem, os trabalhos poderão ter um ou mais autores, mas a premiação será única em cada categoria. Ou seja, caso uma equipe vença em uma categoria, o prêmio de R$ 15.000,00 (quinze mil reais) será dividido, pelo responsável pela inscrição, entre os seus integrantes. O limite de participação por autor é de um trabalho.

Documentação obrigatória, formato dos trabalhos e demais condições estão previstos no regulamento, cuja leitura atenta é recomendada pela Secretaria de Comunicação da Embrapa, coordenadora do concurso. Uma das condições prevê a necessidade de registro de jornalista dos concorrentes e, no caso do correspondente estrangeiro, cópia do visto 6.

Os resultados do trabalho do júri serão divulgados até 31 de março de 2014. A entrega do prêmio, em solenidade pública, deverá ocorrer em abril. A ficha de inscrição também está disponível no site da Empresa.

Secretaria de Comunicação da Embrapa
Brasília-DF
Contato por e-mail: premio.reportagem@embrapa.br

Como alimentar sua ovelha de exposição com glicerina

Se você estiver preparando sua ovelha para exibi-la em uma feira ou outro tipo de exposição você terá que empregar tempo e esforço para cuidar dela, deixando-a o mais saudável possível. A glicerina tem se mostrado benéfica às ovelhas quando usada cuidadosamente. Ela funciona como um anti-séptico e desintoxica seu sistema. Se sua ovelha estiver mostrando sinais de doenças perto da data da exposição, pode ser uma boa ideia dar à ela glicerina para ajudá-la a melhorar dos sintomas mais rapidamente.

INTRUÇÕES :

Alimentando-a à força

1 Agarre firmemente a ovelha pela cabeça.

2 Coloque uma colher de chá de glicerina em uma colher de plástico.

3 Force a ovelha a abrir a boca.

4 Vire a colher de cabeça para baixo e espalhe o conteúdo sobre a língua da ovelha.

5 Segure a boca da ovelha fechada e deixe-a engolir.

Misturando com cereais

1 Meça cerca de um copo cheio de cereais.

2 Coloque os cereais em uma saquinho para sanduíches.

3 Coloque uma colher de sopa de glicerina.

4 Sacuda bastante o saquinho até que os cereais estejam bem cobertos.

5 Misture o grãos com glicerina em uma porção normal de comida da ovelha durante a hora da refeição. Você precisará alimentar a ovelha separadamente das outras se você não quiser que as outras comam a glicerina.

Misturando com água

1 Coloque uma colher de chá de glicerina no cocho de água de sua ovelha. Apenas faça isso se você puder separar a ovelha das outras.

2 Misture a água até que a glicerina esteja bem diluída.

3 Troque a água diariamente e repita os passos um e dois até que a ovelha melhore.

Defesa Agropecuária da Bahia recebe três milhões para investimento no setor

A defesa agropecuária da Bahia recebeu um incremento de três milhões de reais para desenvolver as ações de defesa sanitária em todo o Estado e ainda este mês o recurso será aportado pelo Ministério da Agricultura, conforme Convênio Anual para 2014, celebrado entre o Mapa e o Governo do Estado, através da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab). A verba é destinada à estruturação e manutenção do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa), no controle, erradicação e prevenção das doenças dos animais e pragas dos vegetais, visando ainda ampliar o alcance e abrangência dos serviços no Estado.

Outras ações como a fiscalização do trânsito de animais e vegetais, em unidades fixas e volantes, vacinação contra aftosa, brucelose e raiva, além da aquisição de veículos, também estão contempladas no acordo. O secretário de Agricultura, Eduardo Salles, explica que no último ano a defesa agropecuária conviveu com a incerteza de repasse financeiro do Mapa para custeio da atividade. “Seria uma decisão arriscada diante dos gigantescos impactos econômicos causados com a introdução da Febre Aftosa, por exemplo. Por isso, fui incisivo e pertinente nas reivindicações enquanto presidente do Conselho Nacional de Secretários de Agricultura (Conseagri) para a retomada dos repasses”, disse o secretário, acrescentando que se sente agradecido pelo entendimento do Mapa.

Este recurso veio somar ao aporte do Governo do Estado diante do aumento significativo das ações de defesa sanitária, como a emergência fitossanitária no combate à lagarta Helicoverpa armígera, aliado ao crescimento e organização das cadeias produtivas. “Com o convênio do Mapa, a Adab poderá desenvolver atividades para manutenção do status sanitário alcançado, oferecendo ferramentas para as atividades de educação sanitária, fiscalização, monitoramento, cadastramento de propriedades e inspeções”, acrescenta a Superintendente Federal da Agricultura na Bahia (Mapa/SFA-BA), Virgínia Hagge.

“O recurso dará continuidade à qualificação do Sistema de Vigilância, tornando-o compatível com a grandeza do seu agronegócio, garantindo a segurança sanitária cada vez mais exigida no mercado nacional e internacional”, completa o diretor-geral da Adab, Paulo Emílio Torres, lembrando que a Adab tem desenvolvido ações importantes para a qualificação do negócio agropecuário no Estado da Bahia, principalmente no que se refere à agricultura familiar.

“Sem o apoio da Superintendência Federal do Mapa na Bahia, este convênio não teria acontecido, deixando a pecuária e a agricultura órfãs, sem a possibilidade de crescimento estrutural e organizacional do Serviço Estadual de Defesa Agropecuária”, finalizou Paulo Emílio.

Atualmente a Agência trabalha com os programas oficiais de defesa sanitária, normatizados pelo Mapa, na área animal, completando a relação dos já citados, o Programa de Sanidade Avícola; Sanidade dos Caprinos e Ovinos; Sanidade dos Equídeos; Sanidade dos Suídeos e Sanidade Apícola; na área vegetal, com destaque para o Programa Fitossanitário da Cultura dos Citros e Programa Fitossanitário do Algodão; e a inspeção de produtos de origem agropecuária.

As informações são da Assessoria de Comunicação Adab.

CNA alerta para necessidade de implantação do cadastro ambiental rural

Quase dois anos depois da aprovação e sanção do novo Código Florestal, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) alerta para a necessidade de implantação do Cadastro Ambiental Rural (CRA) para regularização ambiental de propriedades e posses rurais.

A partir de 2017, a inscrição no CAR, instrumento do Código Florestal, será requisito para garantir o acesso dos produtores rurais a linhas de crédito e a novos licenciamentos ambientais. Com base no CAR, será possível definir as regras do Programa de Regularização Ambiental (PRA), com medidas para corrigir passivos ambientais.

A Lei nº 12.651, de 2012, do novo Código Florestal, estabelece que, cinco anos após sua sanção, o acesso ao crédito e a novos licenciamentos estará restrita aos produtores que tenham aderido ao CAR.

Como muitos estados já disponibilizam acesso ao Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (Sicar), os produtores podem baixar o programa, disponível no endereço eletrônico das secretarias estaduais do Meio Ambiente, e inserir os dados de suas propriedades como forma de agilizar a emissão do CAR.

Por enquanto o sistema está “off line”. Significa que é possível cadastrar os dados, mas não é permitido imprimir o recibo de entrega, documento que comprova a adesão ao CAR.

As pendências ambientais das propriedades rurais dependerão da posterior avaliação por parte dos Órgãos Estaduais de Meio Ambiente (OEMAs). Medidas para corrigir os passivos estarão previstas no PRA, tema que será discutido pelo governo federal com os estados numa etapa posterior, após a conclusão do processo de implantação do Sicar.

As informações são da CNA, adaptadas pela Equipe AgriPoint

Conselho aprova prestação de contas do Fundovinos

Em reunião do Conselho Deliberativo do Fundovinos, realizada na sede da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, nesta quarta-feira (15), o coordenador da Câmara Setorial de Ovinocultura, José Galdino Dias, apresentou a prestação de contas do Fundo. O total de arrecadação foi de R$ 1,8 milhões nos três primeiros anos, os repasses alcançaram o valor de R$ 1,2 milhões e o saldo atual é de R$ 600 mil.


Além da prestação de contas, a reunião tratou sobre a destinação de recursos e participação em eventos – Foto: Fernando Dias

Durante o encontro, ainda foi discutida a participação na 30ª edição da Feira e Festa Estadual da Ovelha (Feovelha), que ocorre em Pinheiro Machado/RS, de 29 de janeiro a 02 de fevereiro de 2014. O município tem importante representação em termos de rebanho no Estado e na exposição deve ser instalado um espaço institucional, onde será lançado o Programa de Sanidade Ovina do RS.

Com recursos do Fundo ainda será elaborado material informativo sobre os Programas de Desenvolvimento da Ovinocultura Gaúcha e o Programa de Sanidade Ovina.

Também foi aprovado na reunião o repasse de R$ 77.200,00 para a implantação do Projeto Booroola, que parte de um convênio entre a Associação Brasileira de Criadores de Ovino (Arco) e a Embrapa, com a participação da Universidade Federal do Pampa e tem como objetivo o registro e certificação de ovinos portadores da mutação Booroola no Estado.

A presença do gene Booroola possibilita aumentar a taxa de natalidade de cordeiros, via incremento da prolificidade. A tecnologia consiste na introdução do gene em rebanhos comerciais, resultando no aumento da taxa de ovulação de fêmeas adultas, com probabilidade de partos múltiplos.

As informações são da SEAPA-RS.

Pontal Sequeiro: novas oportunidades no semiárido nordestino

Pontal Sequeiro surgiu com o objetivo de criar novas oportunidades no semiárido, em especial, para agricultores tradicionais que tiveram de ser reassentados com a criação de um novo perímetro de irrigação na cidade pernambucana de Petrolina, PE. O Pontal Sequeiro se tornou o endereço de 139 famílias, atendidas por um programa social, com acesso a assistência técnica e extensão rural. A prática se tornou um caso exemplar da Secretaria Nacional de Irrigação, do Ministério da Integração Nacional.

Os números comprovam o sucesso do projeto. Somente em 2013, a produção local foi de mil toneladas de forragem, quantidade suficiente para atender um rebanho de sete mil cabeças, e 250 toneladas de excedente. A renda com a engorda e comercialização de caprinos e ovinos gerou R$ 550 mil no ano passado.

O projeto dividiu oito mil hectares (ha) em 142 lotes com aplicação da técnica de sequeiro. Criada pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), a área possui dois lotes que são usados para pesquisas e outros 73 hectares que são destinados à produção coletiva de forragem. A partir da regularização fundiária, os agricultores receberam cerca de 50ha, uma tomada de água e um ponto de energia elétrica.

Outra atividade em destaque no Pontal Sequeiro é a criação de caprinos e ovinos, tradicional na região. Os agricultores preservaram as culturas tradicionais de plantio da mandioca, feijão, sorgo, além da produção de palma forrageira, uma variante resistente a pragas. A mudança ocorreu a partir da assistência técnica. A capacitação permitiu que os produtores tornassem a produção do rebanho mais eficiente e conhecessem as vantagens de se comercializar o animal precocemente. Eles também passaram a submeter à produção a vigilância sanitária, ação que agregou valor ao produto.

Os agricultores foram apresentados ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que determina aos municípios a preferência da compra de alimentos do produtor familiar. Na avaliação do técnico da Codevasf, Cláudio Baltazar, o PAA é um exercício para a comercialização. “O degrau seguinte foi a oferta da produção para os estabelecimentos da região”, conta.

Outra produção que ganhou destaque foi a de lacticínios. O leite e o queijo de cabra eram produzidos de forma artesanal e destinados ao consumo comunitário. Agora, os agricultores montaram um lacticínio, cuidaram da qualidade e também submeteram a produção à vigilância sanitária. No ano passado, 33 famílias lucraram R$ 54 mil.

A extensão rural mostrou também como tirar mais da propriedade, como a apicultura de abelhas sem ferrão. A primeira vantagem é a dispensa da roupa de proteção ao se manusear a colmeia, uma vez que a espécie mandaçaia não possui ferrão e é considerada dócil. A segunda é que o mel e o própolis produzidos por essa espécie têm preços diferenciados no mercado. Atualmente, 77 colmeias estão em fase de implantação no Pontal Sequeiro.

Mais uma atividade chamou a atenção no Pontal Sequeiro: o extrativismo do umbu. O fruto é velho conhecido do sertanejo do semiárido e sua utilidade era o consumo doméstico. Os agricultores deram um novo destino aos sete mil pés identificados. Hoje, o fruto é comercializado e a produção pode chegar a uma tonelada ao ano. Foram implantadas duas unidades de processamento para selecionar o fruto. Os menores são destinados à produção de doces, geleias, caldas, mousse e polpa. Os umbus maiores são vendidos aos supermercados. A produção em 2013 rendeu R$ 1.700,00 a cada família envolvida, durante 80 dias de trabalho – o período da safra.

Para Miguel Ivan, secretário nacional de Irrigação, os resultados do projeto Pontal Sequeiro são animadores. “A atuação no Pontal estabelece uma mudança de paradigma nos perímetros públicos de irrigação. Mostra que o trabalho da irrigação não é só sobre a obra ou sobre produção, mas sobre as pessoas do local. Ao apoiarmos os moradores locais de sequeiro também estamos tratando o perímetro público de irrigação como um sistema maior do que só a produção irrigada”, destaca Miguel.

As informações são do Ministério da Integração Nacional, adaptadas pelo FarmPoint.

BA: Governo vai distribuir 40 mil animais para recuperar rebanho de caprinos e ovinos

Depois de uma seca de mais de três anos, agricultores familiares do semiárido receberão 40 mil caprinos e ovinos (33 mil de corte e 7 mil de leite). A ação do Governo do Estado, executada pela Secretaria da Agricultura da Bahia (Seagri) e pela Companhia de Ação e Desenvolvimento Regional (CAR), tem o objetivo de recuperar os rebanhos afetados pela estiagem prolongada. A iniciativa faz parte do Programa Vida Melhor, com recursos do Ministério da Integração, da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Panaíba (Codevasf), e do Fundo de Combate à Pobreza (Funcep).

De acordo com o secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, o edital de nº 10 deverá ser publicado ainda esta semana. “Esta ação é importante porque vai recuperar a cadeia da caprinovinocultura no Estado”, destacou.

Cada família selecionada receberá cinco matrizes (fêmeas) e um reprodutor Puro de Origem (PO) será entregue para grupos de 20 a 30 fêmeas. Após um ano e meio, as famílias atendidas doarão a mesma quantidade de animais para outra família, garantindo o prosseguimento do projeto e a ampliação do número de agricultores familiares beneficiados. As raças distribuídas possuem dupla aptidão (carne e leite) e se adaptam muito bem ao semiárido, com alta taxa de fertilidade e baixo custo de criação.

Agricultores familiares contemplados também receberão mil mudas de palma forrageira, para garantir a reserva alimentar para os animais e uma máquina forrageira. De acordo com o assessor da Diretoria de Pecuária da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (Ebda), José Tosato, “técnicos visitaram as comunidades para constatar se elas estavam preparadas para receber os animais e plantar as mudas de palma e prestaram assistência técnica”.

“A intenção é fazer com que todo agricultor familiar tenha reserva de palma para se preparar, em caso de períodos prolongados de estiagem”, disse o secretário Eduardo Salles, acrescentando que esta seleção é apenas uma de quatro editais que serão publicados no decorrer do ano de 2014.

Seleção

A seleção das famílias aconteceu por meio de chamada pública, voltada para associações e cooperativas. De acordo com a diretora de Fomento à Produção da Seagri, Maria Auxiliadora Alvim, que coordenou o processo, houve manifestação de interesse das instituições ligadas à agricultura familiar e a secretaria exigiu documentação mínima para comprovar a existência e as condições legais dessas entidades, bem como foi realizada análise técnica, com visita de campo, para confirmar a necessidade da comunidade para receber os caprinos e ovinos. Participaram das etapas de seleção a Ebda, CAR, Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) e a Superintendência da Agricultura Familiar (Suaf).

As informações são da Imprensa Seagri

26 de maio a 01 de junho – Congresso Brasileiro do Santa Inês – Goiânia – GO

9º CONGRESSO BRASILEIRO DE SANTA INÊS

“A OVINOCULTURA FRENTE AOS DESAFIOS DA PRODUÇÃO ANIMAL”

Valor das Inscrições: R$ 100,00

Sócios da ABSI: Grauito

Clique e faça sua inscrição

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA:

28/05 – QUARTA-FEIRA (Panorama da raça Santa Inês)

08:00h às 09:00h Inscrição e entrega de material
09:00h às 10:00h SESSÃO SOLENE DE ABERTURA
10:00h às 10:15h Coffe break
10:15h às 11:00h Palestra I – Padronização da raça Santa Inês – Sistema R.A.D.A.R
                          Palestrante: Med. Vet. JOSELITO BARBOSA (UFBA)
11:00h às 11:45h Palestra II – Raça Santa Inês – Panorama da produção no Brasil e no mundo
                          Palestrante: Zootec. EMANOEL BARROS (UPIS)
11:45 às 12:00h Mesa redonda

29/05 – QUINTA-FEIRA (Melhoramento genético)

08:00 às 08:45h Palestra III – Melhoramento genético em ovinos
                        Palestrante: Dr.RAIMUNDO NONATO BRAGA LÔBO (EMBRAPA)
08:45 às 09:30h Palestra IV – Dificuldades e vantagens de se implementar programas de                                           melhoramento genético: experiência do geneplus.
                         Palestrante: Dr. LUIZ OTÁVIO CAMPOS SILVA 
09:30 às 10:00h DIVULGAÇÃO DA PARCERIA ABSI – EMBRAPA CAPRINOS E OVINOS
10:00h às 10:15h Coffe break
10:15 h às 11:00h Palestra VI – Manejo de cordeiros Santa Inês
                           Palestrante: Med. Vet. RODRIGO ORZIL
11:00 às 12:00h    APRESENTAÇÃO DE PESQUISAS E ESTUDOS DE GRUPOS DE ESTUDOS                                EM OVINOCULTURA DOS IES (Instituição de Ensino Superior)

30/05 – SEXTA-FEIRA (Sanidade)

08:00 às 08:45h Palestra – Controle de mastite em ovelhas Santa Inês
                         Palestrante: Dr. Luiz Zafalon (Embrapa Pecuária Sudeste)
08:45 às 09:30h Palestra – Controle integrado de verminose
                         Palestrante: Dr. Eduardo Luiz de Oliveira (Embrapa Caprinos e Ovinos)
09:30h às 10:00h Mesa redonda
10:00 às 10:30h Coffee break
10:30h às 10:45h ESPAÇO PATROCINADOR: NOVARTIS – Verminose em ovinos – desafios e                                   soluções
11:15 às 12:00h ESPAÇO PATROCINADOR: Lançamento Kit Embrapa para Controle de Verminose

31/05 – SÁBADO (Alimentação)

08:00 às 08:45h Palestra – Nutrição na ovinocultura de corte – Alimentos alternativos
                        Palestrante: Méd Vet. Hugo Jayme Mathias Coelho Peron (UFG)
08:45 às 09:30h Palestra – Dietas sem forragem para terminação de animais ruminantes
                        Palestrante: Zootec. PEDRO VEIGA RODRIGUES PAULINO
09:30h às 10:15h Palestra – Integração Lavoura- Pecuária
                          Palestrante: FERNANDO ALVARENGA REIS (Núcleo Centro-Oeste,                                   Embrapa Caprinos e Ovinos)
10:15 às 10:30h Coffee break
10:30h às 11:15h Espaço do Patrocinador: Rações Nutratta
11:15h às 11:40h Lançamento do kit embrapa para de Seleção de Cordeiros para Terminação
11:15 h às 12:00h Apresentação pôsteres

Encerramento

OUTROS INFORMES

Onde se hospedar:

Augustus Plaza Inn
Av. Araguaia, 702, setor central
telefone: (62) 3216-6666

Go Inn Estação Goiania
Av. Oeste, 2151 Setor Norte Ferroviario
telefone: (62) 3621-3100

 

Maiores informações ABSI (71) 3286-7314