Pesquisador da Embrapa fala sobre conservação de recursos genéticos animais no CNPA 2013

Como parte da programação do II SImpósio sobre Conservação e Utilização de Recursoso Genéticos Animais, evento paralelo ao VIII Congresso Nordestino de Produção Animal, o pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Arthur da Silva Mariante, apresentou palestra intitulada “Conservação de Recursos Genéticos Animais”.

Mariante mostrou um histórico desde a chegada de animais para produção no Brasil, à época da colonização que se adaptaram ao meio, até chegada de raças exóticas que, gradualmente, quase causaram a extinção dos animais localmente adaptados. “Se não fosse pela ação de alguns criadores e pesquisadores, isso teria acontecido”, afirmou.
O pesquisador falou sobre as ameaças à diversidade dos recursos genéticos animais, como a globalização, intensificação e mecanização; as mudanças nas práticas culturais, o enfraquecimento das instituições  tradicionais e das relações sociais; a pressão demográfica e menor acesso aos recursos genéticos animais; perda de pastagens e degradação dos recursos genéticos animais.
Segundo Mariante, na maioria dos paises em desenvolvimento faltam profissionais da área de melhoramento genético, faltam políticas e legislação específica para a área, bem como estrutura e apoio para cooperação, nacional, regional e internacional. Percebe-se também um desinteresse pelas instituições nacionais de pesquisa agropecuária e ONGs e pouco conhecimento dos organismos internacionais que financiam pesquisas.
O pesquisador apresentou a  rede de recursos genéticos animais da Embrapa e afirmou que o projeto é um modelo mundial. “Essa organização que existe no Brasil, com projetos de conservação de diferentes espécies de animais e projetos de pesquisa relacionados a eles de forma coordenada não é comum em outros países”, afirmou.  Segundo ele, a Embrapa já está trabalhando de acordo com as áreas estratégicas de pesquisa preconizada pela FAO: caracterização, conservação, utilização sustentável e capacitação.
Adriana Brandão – MTb CE01067JP
Jornalista – Embrapa Caprinos e Ovinos
(88)3112.7413
adriana.brandao@embrapa.br

As ideias mais criativas da propaganda do agronegócio serão premiadas na Mostra ABMR&A

Serão divulgados, na próxima semana, os vencedores da XVII Mostra de Comunicação em Marketing Rural e Agronegócio. A tradicional premiação da ABMR&A vai reconhecer as ideias mais criativas da propaganda do agronegócio, veiculadas entre julho de 2010 e agosto de 2013. Neste ano a mostra recebeu quase 300 inscrições, de 87 empresas anunciantes e 69 agências.

Para o presidente da associação, Maurício Mendes, houve uma significativa mudança na comunicação do setor, que pode ser observada ao longo das 17 edições da Mostra. “Observamos um aumento na abrangência das campanhas, que antes consistiam em mensagens direcionadas dos anunciantes para o produtor rural, e hoje miram também o consumidor final, com a intenção de mostrar o que o agronegócio faz. Há, ainda, a construção de uma imagem geral positiva sobre o setor. Várias peças inscritas neste ano vão comprovar esta tendência” explica Mendes.

A Mostra ABMR&A premiará 12 categorias em ouro, prata e bronze: Campanha Institucional, Campanha de Propaganda, Promocional/Varejo, Programa de Incentivo, Eventos, Comercial de TV e Cinema, Anúncio de Mídia Impressa, Fonograma (spot e jingle para rádio), Mídia Externa, Projetos de Internet, Propaganda Online e Material PDV. Outros quatro prêmios especiais serão concedidos ao Anunciante, Agência, Veículo e Profissional do Período.

Entre os anunciantes estão empresas de todo o país, tais como fabricantes de máquinas e implementos, insumos e sementes, indústria automobilística, instituições financeiras, distribuidores, cooperativas, etc.

A cerimônia de premiação acontecerá na Villa Noah, em São Paulo, com apresentação ator, compositor e publicitário Ricardo Corte Real. A XVII Mostra de Comunicação em Marketing Rural e Agronegócio tem o apoio da Basf, FMC e Zoetis. Mais informações sobre a entrega dos prêmios podem ser obtidas na ABMR&A, pelo telefone 11-3812-7814 ou pelo email abmra@abmra.org.br

SOBRE A ABMR&A

A Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio foi fundada em 1979 para reunir os profissionais de toda a cadeia produtiva do agronegócio envolvidos com ações de comunicação e marketing. Hoje, a entidade tem como proposta de valor criar sinergias e relacionamentos; aglutinar, organizar e distribuir informações e conhecimento relacionados ao marketing do agronegócio, além de contribuir para aumentar a percepção da importância do agronegócio na sociedade; reconhecer e difundir boas práticas do marketing para o segmento.

As informações são da Toledo Comunicação e Informação Estratégica, adaptadas pela equipe AgriPoint

Crescimento excessivo do casco de animais confinados.

Os caprinos e ovinos são animais biungulados pois possuem duas unhas ou dedos. Na figura abaixo podemos observar as regiões do casco dos caprinos e ovinos.

Figura 1 – Regiões do casco dos ruminantes.

O objetivo do nosso artigo não é discutir a anatomia do casco e a função de cada um dos tecidos ou regiões do casco. Caso deseje obter mais informações sobre esse assunto, sugerimos a leitura do artigo:

Sistema Locomotor dos Ruminantes (2005), da UFMG.

Os cascos dos caprinos e dos ovinos crescem continuamente com certa velocidade para compensar o desgaste natural que ocorre devido o seu contato com terrenos e pisos duros, pedregosos ou áridos. Quando os animais são criados em sistemas extensivos ou pelo menos semi-intensivo, esse desgaste natural do casco geralmente ocorre porque os animais andam bastante em busca de alimento.

Figura 2 – Desgaste adequado do casco em solo duro e pedregoso. Fonte: freethumbs.dreamstime.com/54/big/free_547790.jpg.

Quando os caprinos e ovinos são criados confinados, em instalações com pisos macios ou ripados de madeira, o crescimento dos cascos dos animais é maior e mais rápido do que o seu desgaste. É importante ressaltar que o desgaste do casco dos animais criados a pasto com solo macio nem sempre é suficiente para assegurar as boas condições dos cascos.

O solário com piso árido é uma boa alternativa para auxiliar no desgaste dos cascos dos animais confinados. Os animais podem permanecer no solário durante todo o dia ou parte do dia para tomar sol, fazer exercícios e para que o casco sofra o desgaste natural devido o atrito com o piso.

Figura 3 – Solário independente do aprisco com piso de cimento rústico
(LAPOC UFPR).

Outro ponto importante que favorece a velocidade de crescimento maior do que a de desgaste do casco de animais confinados é que com o aumento do consumo de nutrientes, principalmente de proteína, os cascos tendem a crescer mais rápido.

Por isso, é muito importante estar atento e realizar inspeções periódicas nos cascos dos animais para avaliar a necessidade de casqueamento pois esse crescimento irregular e exagerado dos cascos poderá dificultar a locomoção e o desenvolvimento de todas as atividades que exijam que o animal esteja de pé (alimentação, pastoreio, ingestão de água, reprodução, entre outros). Além disso, quando o casco cresce muito e se deforma, o animal pode apresentar dificuldade de apoiar o casco de forma adequada no chão, o pode provocar desvios dos eixos dos membros e, conseqüentemente, graves defeitos nos aprumos.

Figura 4 – Casco apoiado de forma inadequada no chão devido ao seu crescimento irregular. Fonte: Daneke Club Lamb

Além disso, o crescimento excessivo dos cascos facilita o acúmulo de matéria orgânica, umidade e fezes e cria um ambiente favorável ao desenvolvimento de bactérias causadoras de inflamações e afecções podais (manqueiras).

Figura 5 – Acúmulo de matéria orgânica na dobra do casco devido o seu crescimento excessivo.

Mas afinal, com que freqüência devemos aparados os cascos (casquear) dos animais? A freqüência com que seus animais irão necessitar do casqueamento irá depender das condições de manejo, do ambiente, do nível de exercício, da velocidade de crescimento e desgaste do casco. Sugerimos que seja feita a avaliação dos cascos dos animais para verificar a necessidade de casqueamento com intervalos não superiores a 2 ou 3 meses. Você poderá realizar essa inspeção toda vez que manejar o seu rebanho para vacinação, desverminação, tosquia, etc. O aparo do casco deve ser feito sempre que iniciar a formação de dobras ou de qualquer anormalidade anatômica nas unhas.

Figura 6 – Crescimento excessivo do casco e formação de dobras. Fonte: Baalands

Figura 7 – crescimento excessivo e formação de dobras no casco. Fonte: Hoof Trimming

Todas as dobras ou anormalidades anatômicas nas unhas devem ser retiradas, mas tome muito cuidado para não cortar em excesso e sangrar!

Figura 8 – Casqueamento incorreto: as lesões provocadas durante o casqueamento além de dolorosas podem comprometer a locomoção do animal e abrir portas para a entrada de bactérias. Fonte: Hoof Trimming

No final, as unhas devem estar simétricas e o mais próximo possível da normalidade anatômica.

Figura 9 – Aspecto do casco do animal da Figura 7 após o casqueamento. Fonte: Hoof Trimming

Atenção: quando o crescimento ou deformação do casco for muito grande, a correção deve ser feita em etapas, aparando os excessos semanalmente até que o casco fique perfeito.

Lembre-se que o casqueamento é fundamental para manutenção e preservação da saúde do casco!

Referências bibliográficas

BAALANDS. Disponível em: http://www.flickr.com/photos/baalands/3474025608/in/set-72157624398280375/

Daneke Club Lamb. Foot Disorders & How to Trim Hooves. Disponível em: www.danekeclublambs.com/overgrown_hooves2.JPG

FERREIRA, P.M.; CARVALHO, A.U.; FACURY FILHO, A.U.; et al. Sistema Locomotor dos Ruminantes, 2005, UFMG. Disponível em: www.vet.ufmg.br/…/Sistema%20Locomotor%20dos%20Ruminantes.pdf

HOOF TRIMMING. Disponível em: www.ag.ansc.purdue.edu/…/hooftrim_image014.jpg

NICOLETTI, J.L.M. (2004). Manuel de Podologia Bovina. Editor: J.L.M. Nicoletti. Editora Manole, Brasil.

RIBEIRO, SÍLVIO DORIA DE ALMEIDA. Caprinocultura – Criação Racional de Caprinos, Livraria Nobel, Brasil, 1997.

SILVA SOBRINHO, A. G. Criação de ovinos. Jaboticabal: FUNEP, 2001.

VIEIRA DE SÁ,FERNANDO; A Cabra – Da Produção Do Leite à Proteção Da Natureza, Clássica Editora, Lisboa, 2ª edição, 1990.

FAO prevê pequeno crescimento na produção de carne ovina mundial

A produção mundial de carnes deverá expandir modestamente em 2013, para 308,3 milhões de toneladas, um aumento de 4,2 milhões de toneladas, ou 1,4%, comparado com 2012, de acordo com as previsões da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). O crescimento se concentrará nos países em desenvolvimento, que também são os principais centros de aumento da demanda.

Tabela 1 – Mercados mundiais de carnes (clique na figura para ampliar).

A nível internacional, os preços permanecerão altos pelos padrões históricos nos últimos dois anos. O Índice de Preços de Carnes da FAO (2002-04=100) ficou em média em 184 em outubro de 2013, o que mostra uma pequena mudança com relação a outubro de 2012. Até agora nesse ano, uma redução nos custos dos alimentos fornecidos aos animais facilitou certa redução nos preços para a carne de frango; entretanto, os preços de outras categorias de carnes permaneceram ou estáticos, no caso da carne bovina e ovina, ou aumentaram, no caso da carne suína.

Figura 1 – Índices de preços das carnes da FAO.

O comércio internacional de carnes deverá alcançar 30,1 milhões de toneladas em 2013 – representando 10% da produção global. De forma geral, o comércio deverá aumentar 1,1%, um ritmo mais lento do que em 2012, e bem abaixo das taxas de 6% e 7% vistas em 2010 e 2011, respectivamente. Isso é um reflexo das melhores ofertas nacionais em uma série de países importadores e da queda na produção em alguns dos principais exportadores. Entretanto, existem diferenças marcadas no comércio em diferentes variedades de carnes, com crescimento moderado previsto para carne bovina e um aumento substancial para carne ovina, enquanto a carne de frango poderá permanecer sem mudanças e a carne suína declinará.

Carne ovina

A carne ovina continua mostrando um crescimento modesto, após um período de estagnação e a produção deverá aumentar 1,5%, para 13,7 milhões de toneladas. Os países em desenvolvimento são responsáveis por três quartos da produção, com os maiores produtores sendo China, Índia, Nigéria, Paquistão e Argélia. As condições satisfatórias de pastagens determinaram a base para a reconstrução do rebanho para muitas das principais áreas de produção da Ásia e da África.

A carne ovina é um elemento importante na dieta de países da África do Norte e do Oriente Próximo e em países desenvolvidos, incluindo Nova Zelândia, Islândia e Reino Unido. Nos países desenvolvidos, o principal crescimento deverá vir da Austrália e da Nova Zelândia. No caso da Austrália, a produção de carne ovina começou aumentando em 2011 e deverá continuar. Para a Nova Zelândia, a seca durante o começo do ano resultou em um aumento nos abates e consequente redução do rebanho. Dessa forma, embora a produção de carne tenha crescido em 2013, a previsão é de um declínio para 2013/14 como resultado da redução do rebanho de cria. Na UE, segundo maior produtor, o declínio de longo prazo na produção pode ter terminado.

Demanda aumentando na China e no Oriente Próximo

O comércio de carne ovina deverá registrar um segundo ano forte e poderá crescer 16%, para 961.000 toneladas. A maioria do aumento deverá vir da China, onde as importações aumentaram de forma significante nos últimos três anos. Além disso, um crescimento substancial na demanda está evidente em uma série de mercados, incluindo UE, Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos, Qatar e Malásia. Quase 85% do comércio mundial, excluindo animais vivos, deverá vir da Austrália e da Nova Zelândia. Uma mudança na demanda do mercado para a China e Oriente Próximo está levando a uma mudança no tipo de carne exportada, com um movimento em direção a carcaças inteiras, incluindo miúdos, diferentemente da preferência por somente cortes de maior valor que caracterizam os mercados da UE e dos Estados Unidos. A Índia também viu um crescimento das vendas nesse ano, principalmente ao Oriente Médio, especialmente Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita. O Uruguai também teve aumento nas exportações, focando em China e Brasil.

As informações são da FAO

EUA confirmaram abertura de mercado para carne ovina uruguaia

Os Estados Unidos habilitaram a entrada de carne ovina uruguaia sem osso e maturada. O mercado ficará efetivo a partir do dia 29 de novembro, após uma extensa negociação que começou em junho de 2005. O presidente da Associação da Indústria Frigorifica do Uruguai (Adifu), José Costa, disse que a entrada de carne ovina maturada e desossada nos Estados Unidos “é uma grande notícia”, não somente por somar um mercado tão seleto, mas também, porque facilitará nas negociações ao “acesso de outros destinos de alto potencial”.

O vice-ministro da Agricultura dos Estados Unidos, Edward Ávalos, anunciou que a abertura do mercado será efetivada em 29 de novembro, uma vez que se chegou a um acordo sobre o certificado sanitário. A norma final foi publicada no Registro Federal dos Estados Unidos em 13 de novembro. Diferentemente do caso da carne bovina, na carne ovina não existe cota.

Nos Estados Unidos, a carne uruguaia deverá competir com a exportada pela Austrália e Nova Zelândia. O ministro da Pecuária, Agricultura e Pesca do Uruguai, Tabaré Aguerre, entregou a Ávalos o pedido formal para que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) comece a estudar a possibilidade de admitir carne ovina uruguaia com osso; são muito poucos os mercados que permitem entrar com cortes com osso procedentes de um país livre de febre aftosa com vacinação.

Ávalos disse que os Estados Unidos têm interesse em colocar no Uruguai animais em pé e produtos pecuários. Em torno desse ponto, todavia, continua a negociação entre os serviços sanitários de ambos os países, além do compromisso das autoridades uruguaias em dar esse passo.

O Uruguai começou a negociar a entrada de carne ovina sem osso nos Estados Unidos em 30 de junho de 2005. “É um mercado muito importante por seu tamanho e por seu consumo”, disse Aguerre. A abertura dos Estados Unidos para a carne ovina se soma a outra grande conquista. Na semana passada, o Chile – país livre de febre aftosa sem vacinação – abriu o mercado para carne ovina uruguaia com osso, demonstrando sua confiança.

A reportagem é do El País Digital, traduzida e adaptada pela Equipe FarmPoint.

Fenagro 2013 será lançada na próxima segunda feira 25

A Associação de Criadores de Caprinos e Ovinos da Bahia (Accoba) e a Secretaria da Agricultura (Seagri) promoverão, na segunda-feira (25), um almoço, para lançar a 26ª edição da Feira Nacional da Agropecuária (Fenagro), principal evento da agropecuária do Norte e Nordeste e um dos maiores do Brasil.

A Fenagro vai, mais uma vez, reunir o homem do campo e da cidade entre os dias 30 de novembro e 8 de dezembro, no Parque de Exposições de Salvador.

 

Maiores informações: Accoba (71) 3375-3860

Santa Inês Cozinha Interativa

A Cozinha Interativa do Santa Inês é uma iniciativa da Associação Brasileira de Santa Inês – ABSI e tem como objetivo apresentar pratos elaborados com carne de cordeiro 100% Santa Inês, divulgando seus benefícios e incentivando o consumo de carne ovina entre os visitantes da FENAGRO.

A cozinha será capitaneada pelos chefs Théo Tapioca e Raffael Ribeiro tendo como convidada especial a chef Jana Bret. As degustações acontecem nos dias 04, 05 e 06 de dezembro, a partir das 17 horas, no estande da Cozinha Interativa no Parque de Exposições Agropecuárias de Salvador durante a Nacional da Raça Santa Inês.

Nos três dias de Cozinha Interativa serão explorados diferentes cortes de cordeiro e receitas, desde as preparações mais simples às mais rebuscadas, tendo como foco a qualidade e sabor inigualáveis do cordeiro Santa Inês. A iniciativa conta com parceria do Frigorífico Baby Bode e da Loja de temperos, ervas e produtos naturais Especiaria.

O Espaço Cozinha Interativa oferecerá aos convidados a oportunidade para discutir tendências, necessidades e conceitos sobre a carne de ovinos produzida no Brasil. Também permite que os profissionais do setor, criadores e fornecedores de carne se adaptem às exigências do consumidor e conheçam as inovações gastronômicas.

 

 

 

ACCOBA e ABSI FECHAM PACOTES DE HOSPEDAGEM PROMOCIONAIS PARA A NACIONAL.

Pesando sempre no conforto, segurança e comodidade dos criadores e visitantes da Nacional da Raça Santa Inês, ACCOBA e ABSI fecharam pacotes de hospedagem a preços promocionais com redes de hotéis e agências de turismo no período de 30 de novembro a 09 de dezembro.

Hotéis:
Catussaba Bussines / Resort: (71) 3374-8000
Accor (Íbis Aeroporto e Novo Hotel Aeroporto): 0800-703-7000
DeVille: (71) 2106-8500

Agências de Turismos:
Passaporte Turismo: (71) 9614-5833 / 3444-8604
Raja Turismo: (81) 9916-0494 / 9427-8190

Outras informações: ABSI (71) 3286-7314