FENAGRO ENCERRA O RANKING DA RAÇA SANTA INÊS EM 2014

A diretoria da ABSI através do seu presidente Almir Lins e do diretor de eventos Anderson Pedreira ratificaram a informação apresentada em janeiro deste ano sobre a ultima etapa do Ranking Nacional da Raça Santa Inês durante a fenagro 2014 que acontece entre o dias 29 de novembro e 07 de dezembro. Para Almir Lins ” É salutar a raça um fechamento dentro de uma das maiores exposições do Brasil, nossa expectativa é que a disputa seja ponto a ponto até o ultimo julgamento”.

A festa onde serão conhecidos os melhores criadores e expositores acontece no Hotel Deville Prime na capital baiana no dia 06 de dezembro as 20:00.

 

fonte: ABSI

Seca prejudica pastagens e aumenta custo de produção dos ovinos em São Paulo

carne de cordeiro está bem valorizada no mercado, com demanda crescente. A seca que atinge a região Sudeste, no entanto, prejudicou as pastagens e aumentou o custo deprodução dos ovinos. Nesta situação, o manejo e a reserva de alimentos na propriedade são os diferenciais para enfrentar a estiagem sem perder produtividade.

No interior de São Paulo, o capim vaqueiro está resistindo graças ao manejo. Quando houve chuva, foi feita adubação à base de nitrogênio. Com o tempo seco não dá pra adubar, porque não há fixação do nutriente no solo.

Sem a chuva, outro cuidado é importante: não pode ocorrer o super pastejo, quando há excesso de animais no pasto. As ovelhas precisam ser bem distribuídas.

Em uma propriedade de Nazaré Paulista, o capim ainda alimenta boa parte dos animais, mas já apresenta algumas deficiências. As matrizes tiveram que ganhar, uma vez por dia, um reforço com ração rica em proteínas.

– As fêmeas mal alimentadas não manifestam o cio. Portanto, não vão ser cobertas pelo macho. Não sendo cobertas, não vão parir. Não parindo, não tem o principal alimentador financeiro da atividade, que é o animal resultado desse cruzamento. Se ela, por um acaso, gestar, ela vai prenhar muito mal, porque está mal alimentada. Gera uma cadeia de males e de problemas de difícil solução – explica o consultor de ovinocultura, Walter Celani.

A ração das matrizes aumenta o custo de produção de cordeiros. Para o produtor Gerson Ferreira da Silva, que investe na cultura há dois anos, a alta chega a 50%. O pecuarista já percebeu que não pode contar só com o pasto para o sustento dos animais. Uma reserva de 90 toneladas de silagem de milho, produzida em 2012, está pronta para um momento de emergência.

– Eu estou preocupado. Se não chover, eu vou ter que dar ração para todos os animais. Então, a minha preocupação hoje é com o dia de amanhã – comenta Silva.

De acordo com o consultor de ovinocultura, para produzir uma tonelada de silagem o custo hoje fica em torno de R$ 70 a R$ 80, valor próximo ao do capim no pasto devidamente adubado e tratado.

Mercado compensa

Toda preocupação do produtor tem sido recompensada pelo mercado aquecido. É grande a procura pela carne de cordeiro. Silva vende 50 cabeças por mês e quer aumentar a produção. O cordeiro é vendido a R$ 12 o quilo.

– Chega a dar R$ 220, R$ 280 cada animal. Com 120 dias já está pronto para o abate – comemora.

Cadeia de ovinos e caprinos terá custos de produção apurados pelo Cepea e CNA

O mercado pecuário passa a contar com levantamentos de custos de produção da caprino ovinocultura no Brasil. As pesquisas estão sendo conduzidas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O objetivo, a exemplo do trabalho já desenvolvido com outras cadeias produtivas, é oferecer informações consistentes para setor.

Na primeira etapa da pesquisa sobre caprino e ovinocultura, pesquisadores do Cepea estão percorrendo as regiões produtoras no Brasil para traçar o perfil das fazendas e rebanhos, definindo as “propriedades típicas” nas diferentes localidades. Esse trabalho proporciona a mensuração dos custos de produção de caprinos e ovinos em estruturas consideradas típicas ou modais para cada região.

A cadeia de caprinos e ovinos ainda é pouco estudada no país. Voltada à produção de carne e de lã, concentram-se no Nordeste e Sul brasileiros, embora esta última região tenha perdido representatividade. Em 2012, o IBGE apontava o rebanho nacional em 25,43 milhões de cabeças entre as duas categorias.

O consumo de carne de caprinos e ovinos tem aumentado, acompanhando o poder aquisitivo dos brasileiros. Para a carne ovina, a demanda vem crescendo principalmente nos grandes centros da região Sudeste. Embora ainda não tenha se tornado um hábito nas refeições das famílias brasileiras, o produto está ganhando espaço em restaurantes e churrascarias.

A produção brasileira de ovinos, no entanto, ainda não abastece o mercado doméstico com eficiência e qualidade. Um dos maiores problemas está relacionado à falta de regularidade da oferta, o que dificulta, por exemplo, a formação de escalas de abate.

Em 2013, o Brasil importou aproximadamente nove mil toneladas da carne de ovinos somente do Uruguai. A carne caprina, por sua vez, ainda é pouco consumida no país, exceto na região nordestina, onde o hábito é mais comum.

Mundo

Os maiores rebanhos efetivos de pequenos ruminantes no mundo estão na Ásia e África, segundo a FAO/ONU. China, Índia e Nigéria possuem, respectivamente, os maiores rebanhos de ovinos e caprinos. O Brasil ocupa a 18º posição nesse ranking.

O comércio mundial de carne de ovinos e caprinos tem pequena participação sobre a produção mundial – grande parte do rebanho ainda é destinada ao consumo interno de cada país. Entre os maiores exportadores de carne ovina estão Nova Zelândia e Austrália. A França é a maior importadora.

 

CANAL RURAL COM INFORMAÇÕES DO CEPEA

Isenção do ICMS para saída de ovinos e caprinos de Minas Gerais começa em novembro

Ausência de frigoríficos em Minas tem deslocado o abate para outros Estados. Assim, a tributação incidia duplamente, sobre a saída dos animais e sobre o retorno da carne..

Desde a última semana, produtores mineiros de ovinos e caprinos junto à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG) conquistaram a isenção do ICMS para as saídas de animais vivos, inclusive interestadual. A medida, concedida pelo governo do Estado, entra em vigor a partir de 1º de novembro.

• Cadeia de ovinos e caprinos terá custos de produção apurados pelo Cepea e CNA

Segundo o coordenador da Assessoria Jurídica da FAEMG, Francisco Simões, a isenção fomentará o desenvolvimento do setor, ainda incipiente.

– A FAEMG teve atuação imediata persistente e insistente para que o Estado implantasse este benefício. Foi um processo conduzido com muita agilidade, através das Secretarias da Fazenda e da Agricultura, e que vai trazer grande desenvolvimento, com o incremento na produção, o estímulo ao consumo e novas oportunidades produtivas para o Estado – destacou.

O analista de agronegócios da FAEMG, Wallisson Fonseca, explica que a ausência de frigoríficos em Minas tem deslocado o abate para outros Estados. Assim, a tributação incidia duplamente, sobre a saída dos animais e sobre o retorno da carne, gerando preços mais altos ao consumidor final.

– Neste primeiro momento, podemos esperar como resultado imediato da isenção a redução destes preços, fomentando o consumo e a competitividade da produção mineira. Com isso, outros desdobramentos podem ser o maior estímulo e remuneração ao produtor, mais divulgação destas carnes e, principalmente, a atração ou formalização de novos frigoríficos para que o abate seja feito dentro do nosso Estado.

Rebanho

Segundo o Censo Pecuário do IBGE, em 2012, o rebanho caprino mineiro contava com 114.682 animais. Os ovinos somaram 225.955 de cabeças. Apesar da crescente presença em todas as regiões do Estado, a participação mineira ainda é tímida, em comparação com rebanho nacional, segundo o coordenador da Assessoria da Pecuária da SEAPA, Bruno de Barros Ribeiro de Oliveira.

– A isenção é parte de um trabalho para fomento da atividade no Estado, e que já retira um impacto médio de 10 a 12% no valor do animal – afirma.

Segundo ele, a intenção é atrair frigoríficos para Minas:

– Somos praticamente comerciantes de commodity, que é o animal vivo. Hoje, 95% da nossa produção de carne de cordeiro é abatida e fracionada fora do Estado, retornando a Minas com valor agregado. Ao invés de nos mantermos gerando divisa para outros Estados, precisamos atrair empresas e fazer com que o produto fique no Estado.

Nuccorte

Nas regiões dos Campos das Vertentes e Zona da Mata, um grupo de 54 criadores está apostando na ovinocultura e caprinocultura, e comemorou o benefício. O Núcleo de Criadores de Caprinos e Ovinos das regiões dos Campos das Vertentes e Zona da Mata (Nuccorte) foi implantado em Barbacena em 2009, com apenas seis associados e 500 matrizes. Hoje, são 54 associados com 14 mil matrizes, atuando em 44 municípios de Minas. A produção do grupo está em torno de 360 a 480 cordeiros por mês e vem crescendo 25% ao ano. Em 42 meses de atuação em vendas coletivas, a associação já vendeu mais de nove mil cordeiros para frigoríficos de São Paulo e Rio.

O presidente da entidade, que também participou ativamente do pleito pela isenção, Luciano Piovesan, explica que o benefício será importante fomento à competitividade da ovinocultura mineira:

– Reduzindo custos para a cadeia, a tendência é de redução de preços para o consumidor final e aquecimento desta demanda. É um fomento que traz mais estímulo aos produtores e abre espaço para que frigoríficos passem a abater aqui, o que traria ainda mais benefícios ao estado, aos produtores e ao consumidor final – afirmou.

Piovesan aponta que somente o recolhimento do ICMS sobre as remessas da Nuccorte em quatro anos ultrapassou R$ 154 mil.

– Embora pareça um volume pequeno de arrecadação para o Estado, para o criador, o que incide é extremamente oneroso. Além do frete, que onera muito a produção mineira, o ICMS sobre a saída de animais vivos e novamente sobre o retorno dos produtos, vinha debilitando muito nossa competitividade e desestimulando os criadores.

 

CANAL RURAL COM INFORMAÇÕES DA FAEMG

Escolha do melhor período de reprodução dos ovinos

Para a reprodução de ovinos em primeiro lugar é preciso observar a época, ou seja, as condições climáticas na região e também a capacidade de reprodução do rebanho, os alimentos disponíveis no período do nascimento da lactação, entre outros fatores que irá influenciar diretamente areprodução.

Para que o acasalamento ocorra de forma satisfatória, com grande quantidade de animais fertilizados é bom observar alguns fatores antecipadamente como: o período de maior atividade sexual dos animais; o período de melhor produção de sêmen; possibilitar o nascimento em época favorável à lactação; levar em consideração o período de maior comercialização dos produtos gerados pelo rebanho.

Uma das formas de garantir a maior fertilidade dos animais antes do acasalamento é garantir uma dieta saudável e rica em nutrientes, garantindo o ganho de peso dos animais, ou seja, status anabólico.

Quando o produtor considera os fatores acima citados e aplica-os nas propriedades, há maior possibilidade que se trabalhe com uma ou mais estações reprodutivas durante o ano, e consequentemente o produtor terá maior lucratividade e destaque no setor.

 

Aprenda estratégias de manejo para que o máximo desempenho reprodutivo seja atingido. Clique aqui1

Como realizar corretamente o manejo reprodutivo em ovinos?

Qual a situação da ovinocultura de corte e de leite no Brasil?

 

Fonte: Rural Centro

 

Colostragem garante bom desenvolvimento dos cordeiros

A produção de cordeiros com boa saúde é um dos maiores objetivos da ovinocultura de corte, uma vez que, os cordeiros sadios tem menor chance de adoecer, melhor ganho de peso, menos taxa de mortalidade e maior chance de sobrevivência.

A colostragem é essencial para a saúde destes animais, pois as ovelhas possuem placenta do tipo epitélio-corial, tipo de placenta que não permite que os filhotes tenham contato com as células de defesa da mãe durante a gestação, assim eles nascem desprovidos de qualquer memória imunológica.

O colostro é a única maneira de transmitir os anticorpos da mãe para os filhotes, classificada como imunidade passiva. A colostragem confere aos filhotes proteção até que possam desenvolver melhor sua própria imunidade, ou seja, a imunidade ativa.

É necessário para um processo final de sucesso que, a matriz produza colostro de boa qualidade, com alta concentração de anticorpos maternos; que o cordeiro ingira em quantidade suficiente e em até 24 horas após o seu nascimento, de preferencia durante as primeiras seis horas de vida.

Além dos cuidados com a colostragem é preciso observar o manejo e a transição no período de desmame, visando sempre à saúde dos animais.

Fonte: Revista Cabra & Ovelha

 

Saiba mais sobre a importência do melhoramento genético e sobre o desempenho zootécnico e a lucratividade da ovinocultura de corte.

Tudo sobre equipamentos necessários para melhorar a r5eprocuyção do seu rebanho e maximizar seus lucros.

Aprenda mais sobre as características e as necessidades nutricionais dos ovinos de corte em cada fase da produção.

fonte: Embrapa

Comissão Europeia adota novas propostas para medicamentos veterinários e rações medicadas

A Comissão Europeia adotou na semana passada propostas sobre medicamentos veterinários ração medicada que visam melhorar a saúde animal e a saúde pública, bem como o mercado interno. Veja abaixo as perguntas e respostas sobre as propostas:

Proposta de medicamentos veterinários

1) Por que as novas leis sobre medicamentos veterinários da União Europeia (UE) são necessárias?

A falta de medicamentos veterinários adequados resulta em pior saúde e bem-estar animal, maiores riscos para a saúde humana e desvantagens econômicas e competitivas para os produtores da UE. Além disso, apesar de as leis da UE sobre medicamentos veterinários terem sido colocadas em execução desde 1965, os membros do setor e Estados Membros afirmam que o encargo regulamentar desproporcional está prejudicando a inovação. A Comissão reconhece que as atuais leis para medicamentos veterinários significam um encargo administrativo excessivo para a indústria farmacêutica veterinária que, por sua vez, coloca os produtores rurais da UE em desvantagem econômica e visa resolver essa situação com essa proposta.

2) O que a Comissão espera conseguir com essa proposta?

Além dos objetivos mais abrangentes de ajudar o mercado interno a trabalhar melhor, enquanto protege a saúde animal e a saúde pública, o objetivo dessa proposta é triplo:

– Simplificar o ambiente regulamentador e reduzir os encargos administrativos – em outras palavras, reduzir a burocracia;

– Estimular o desenvolvimento de novos medicamentos veterinários, incluindo aqueles para mercados limitados (uso menor e espécies menores), enquanto mantém aqueles que já estão no mercado;

– Facilitar a circulação de medicamentos veterinários na UE, através de melhores procedimentos de autorização, e leis claras sobre formas modernas de varejo, isto é, vendas pela internet.

3) O que exatamente mudará?

A nova legislação presta atenção particular ao combate do desenvolvimento da resistência antimicrobiana em animais e humanos. Com as novas leis, será possível restringir o uso de certos antimicrobianos em animais que são reservados para o tratamento de infecções humanas. Além disso:

– Reduzirá a burocracia;

– Procedimentos de autorização de comercialização rápidos permitirão que as companhias coloquem e mantenham medicamentos veterinários em todo o mercado da UE;

– Leis de vigilância farmacológica (monitoramento de efeitos adversos de medicamentos veterinários no mercado) serão simplificadas.

Para estimular o desenvolvimento de novos medicamentos:

– Leis especiais para a autorização de medicamentos veterinários para mercados pequenos, como apicultura e aquicultura, serão introduzidas e um melhor mecanismo de recompensa será colocado em prática, isto é, proteção de dados estendida para medicamentos inovadores veterinários, que fará com que os investimentos das companhias valham a pena economicamente.

Para ajudar a circulação de medicamentos animais na UE:

– Leis serão introduzidas para facilitar a venda na internet de medicamentos veterinários dentro da UE.

4) Como as novas leis trabalharão as questões de resistência a antimicrobianos?

A proposta oferece novas ferramentas de regulamentação à Comissão e Estados Membros para reduzir os riscos à saúde humana e animal com o uso de antimicrobianos em animais. As ferramentas devem reduzir o desenvolvimento e a propagação de resistência a antimicrobianos no setor veterinário. 

5) Quem se beneficiará das novas leis?

Animais, produtores rurais, proprietários de animais de estimação, companhias farmacêuticas e outros negócios se beneficiarão da legislação revisada sobre medicamentos veterinários. Para os animais, o benefício virá do maior número e qualidade de medicamentos disponíveis para tratá-los. As mudanças beneficiarão veterinários, produtores rurais (em particular aqueles que produzem animais considerados de espécies menores, como abelhas, caprinos, perus) e proprietários de animais de estimação, que terão melhor acesso a medicamentos veterinários para tratar os animais. A saúde humana melhorará através de leis que visam manter os antibióticos efetivos. As companhias farmacêuticas se beneficiarão dos custos significativamente menores relacionados a ter seus medicamentos autorizados e assim mantê-los no mercado. Outros negócios se beneficiarão pela melhor competição e circulação de medicamentos veterinários na UE e pelo ótimo funcionamento do mercado interno.

6) Foram levadas em consideração as visões de quem?

Uma consulta pública foi conduzida em 2010, para reunir as visões de todos os membros relevantes do setor, incluindo produtores rurais, proprietários de animais de estimação, companhias farmacêuticas e outros negócios. Para mais informações sobre medicamentos veterinários acesse: http://ec.europa.eu/health/veterinary-use/index_en. 

Proposta para ração medicada

7) Por que novas regras para ração medicada são necessárias na UE?

Depois das prescrições veterinárias, a ração medicada é uma rota importante para a administração de medicamentos veterinários para animais. Uma atualização da legislação sobre ração medicada que agora tem quase um quarto de século (a atual lei foi adotada em 1990) está muito atrasada. Diferentes regimes nacionais têm afetado negativamente o mercado interno e a saúde pública não está adequadamente garantida com as atuais leis. A modernização é necessária para refletir o progresso técnico e científico nas últimas décadas, de forma que leis harmonizadas continuem garantindo um nível apropriado de segurança da ração medicada na UE. Além de ser importante para a saúde animal, essa revisão é vital para o funcionamento ótimo do mercado interno para impulsionar a competitividade, inovação e crescimento econômico em indústrias envolvidas.

Desde que a lei entrou em vigor em 1990, a situação na maioria dos países da UE se deteriorou gradualmente: leis e normas divergentes afetaram o tratamento eficiente dos animais e a disponibilidade de ração medicada a preços competitivos. Além disso, o desenvolvimento de resistência antimicrobiana aumentou dramaticamente. Finalmente, sob o atual sistema, os proprietários de animais de estimação na maioria dos países da UE não podem tratar seus animais confortavelmente e eficientemente com ração medicada para pets. Um grupo consistente de leis da UE, restringindo a ação da UE ao mínimo, conforme apontado com essa revisão, terá benefícios econômicos e para a saúde.

8) O que a Comissão espera obter com essa proposta?

A proposta é para revogar e substituir a lei anterior (90/167/EEC) com uma Regulamentação moderna cobrindo a fabricação, colocação no mercado e uso de ração medicada.

Ao propor um grupo harmonizado de provisões para processamento de ração medicada a uma qualidade apropriada e nível de segurança, a Comissão visa esclarecer o campo para todos os fabricantes e apoiar a produção viável e econômica de ração medicada. A Regulamentação proposta deve permitir que os veterinários escolham a melhor forma de tratar doenças animais levando em consideração as condições locais de cada Estado Membro.

Além disso, a Comissão visa melhorar a segurança e a clareza legal para os produtores de ração medicada, de forma que eles não fiquem mais confusos sobre leis nacionais divergentes e/ou vagas. Provisões exageradas em algumas áreas serão eliminadas, de forma que a ração medicada possa ser produzida economicamente. Em paralelo, normas frouxas que levam a impactos negativos sobre a saúde animal e pública serão reduzidas. Finalmente, a Comissão espera impulsionar a inovação através de permissão explícita para usar ração medicada para animais de estimação.

9) O que exatamente mudará?

A Regulamentação incluirá explicitamente ração medicada para animais de estimação e introduzirá medidas mais rígidas para garantir o uso correto de ração medicada. Além disso, a produção antecipada, os misturadores móveis, o processamento na fazenda de ração medicada e distribuidores especializados serão permitidos em toda a UE. Finalmente, a Regulamentação determinará medidas modernas para a homogeneidade de ração medicada e limites cientificamente derivados para medicamentos veterinários em compostos comuns de ração.

10) Como as novas leis trabalharão as questões de resistência a antimicrobianos?

A proposta trabalha a questão da resistência a antimicrobianos combatendo o uso indevido de antimicrobianos de três formas. Primeiro, proíbe o uso de ração medicada como medida preventiva ou como um promotor de crescimento. Segundo, estabelece um limite de resíduo em toda a UE para medicamentos veterinários em ração comum. Finalmente, torna mais rígidas as leis para prescrever e manejar ração medicada com antimicrobianos. 

11) Quem se beneficiará das novas leis?

Os animais de produção – incluindo os de aquicultura – animais de estimação, produtores rurais, proprietários de animais de estimação, veterinários, negócios que produzem ração medicada e cidadãos se beneficiarão da legislação revisada sobre ração medicada.

A disponibilidade de ração medicada de boa qualidade a preços competitivos ajudará os produtores rurais e levará a um melhor tratamento de animais de produção doentes. Como o tratamento pode ser incluído nos alimentos de animais de estimação, esses animais com doenças crônicas não mais terão que tomar pílulas ou outras formas de medicamento, tornando sua vida mais fácil e também de seus proprietários.

Leis mais claras serão uma vantagem para novas companhias e também para companhias existentes que desejam expandir seus negócios. Finalmente, os benefícios se estenderão à saúde pública devido às medidas para combater a resistência antimicrobiana.

12) Foram levadas em consideração as visões de quem?

Muitos membros do setor foram consultados durante o preparo da proposta, incluindo produtores rurais e organizações de aquicultura, indústria de ração e medicamentos veterinários, médico veterinários, organizações de consumidores e proprietários de animais de estimação. Todos os Estados Membros, Noruega e Suíça também foram consultados.

Além disso, uma pesquisa aberta na internet foi realizada em 2011, com contribuições de cidadãos normais, bem como de associações a nível de UE. Finalmente, estudos, dados e opiniões científicas da Autoridade de Segurança Alimentar Europeia e a Agência Europeia de Medicamentos foram usados na proposta.

Alta no preço da carne faz criadores investirem no plantel de ovinos no Ceará

Os criadores de ovinos do sertão do Ceará estão aproveitando o bom preço da carne para investir no rebanho. O estado tem o terceiro maior rebanho de ovinos do país, com pouco mais de dois milhões de cabeças e em torno de 77 mil produtores. A fazenda no município de Umirim é uma grande produtora de leite por causa da genética e, principalmente, graças ao pasto irrigado, uma raridade no sertão do Ceará. Mesmo com a dificuldade para ter pastagem, os proprietários decidiram criar também ovelhas e carneiros para corte e já estão com oito mil cabeças. O incentivo foi o aumento na procura da carne desses animais. “Tudo o que você consegue produzir, está praticamente vendido. O consumo hoje da carne de ovino de qualidade está muito alto”, diz o criador Rafael Carneiro.

De acordo com a associação de criadores do estado, o preço da carne subiu muito nos últimos quatro anos. “O preço da carne de ovino em maio de 2010 era de R$ 7,48. Agora em agosto de 2014, está em R$ 14,65 o quilo abatido. Os restaurantes em Fortaleza têm uma procura muito grande por carne de ovino e caprino e a produção não tem crescido a contento. Por conta disso, a procura tem sido maior do que a oferta e o preço tem aumentado”, diz Amilcar Silveira, presidente da cooperativa.

O Ceará tem o terceiro maior rebanho de ovinos do país, com pouco mais de dois milhões de cabeças. O aumento do preço da carne não fez crescer de forma significativa o número de produtores que hoje está em torno de 77 mil. Mas incentivou os produtores a fazer investimentos na melhoria do plantel.

A fazenda de Rafael Carneiro usa matrizes da raça Santa Inês e reprodutores da raça Dorper no sistema de confinamento. Com o bom momento da atividade foi possível investir em inseminação com sêmen fresco. A fêmea é inseminada logo em seguida à coleta do macho. As matrizes têm até dois partos por ano. Os animais são abatidos com 120 dias e um peso médio de 40 quilos.

Os proprietários estão fazendo um teste com uma nova dieta para diminuir os custos de produção. O método chamado de grão inteiro leva 80% de grãos milho e 20% de ração, que contem soja e minerais. “Até agora avaliado, diminui mais de dez por cento o custo de produção. Outra coisa que a gente observa é que o rendimento de carcaça do animal aumenta pelo menos 5%”, diz o veterinário Péricles Montezuma. A fazenda tem capacidade para aumentar a produção de carne de ovino. No lugar existem sete pivôs instalados, mas quatro estão parados por falta de água para abastecer a irrigação da pastagem que ajuda na alimentação dos animais. “Um fator limitante aqui para a gente é a falta de água. Nós já estamos atravessando o quarto ano consecutivo de baixa pluviosidade. Às vezes, a gente tem até tem que diminuir um pouco o plantel por conta de falta d’água. Com a falta d’água eu não consigo fazer o alimento”, explica Carneiro.

O criador Sérgio Martins também enfrenta dificuldades para ampliar os investimentos na propriedade em Pentecoste. Ele criava ovinos mestiços. Mas, há um ano, ele resolveu comprar 150 matrizes da raça Dorper e um reprodutor. O criador esperava chegar este ano a 500 animais. Só que isso não será possível. O pasto na fazenda é irrigado. Mas do rio que abastece a propriedade, ele não pode usar nem uma gota de água. Por causa da seca, há dois meses, os produtores da região estão proibidos de utilizar a água do rio na irrigação. “Eu tenho água, mas não posso usar. Meu objetivo é fazer um investimento de R$ 2 milhões, até chegar no que eu quero. Eu estou começando e peguei logo esse ano ruim. Então, vou ter que ter paciência e com o tempo eu vou chegando lá”, diz Martins. O rio Curu, que banha a propriedade do criador, está com menos de 3% do volume de água.

As informações são do portal G1

Coprocultura: um exame importante no controle de verminose

As endoparasitoses em ovinos e caprinos são um problema sério devido à alta susceptibilidade dos animais, ao manejo inadequado dos sistemas de produção e à resistência anti-helmíntica. Erros de manejo no controle parasitário (vermifugar simultaneamente todos os animais do rebanho, sem calcular a dose correta por indivíduo, utilizar via de administração inadequada, com intervalos curtos, alternância rápida de princípios e muitas vezes utilizando medicamentos inadequados) ocasionaram a seleção de vermes resistentes. As perdas zootécnicas (ganho de peso, rendimento de carcaça, características reprodutivas, índice de mortalidade) juntamente com o gasto com vermífugos oneram drasticamente os custos de produção. Frente a essa situação, o diagnóstico completo do grau de infecção parasitária, dos sinais clínicos no animal e dos gêneros de nematóides predominantes é de fundamental importância no controle de verminose.No artigo “Sistemas de produção e verminose parte I” foi possível ver que a verminose é um assunto muito mais amplo do que somente a simples administração de anti-helmínticos. Fatores ambientais (clima, umidade, tipo de pasto), nutricionais (exigências nutricionais), a categoria e o bem-estar animal influenciam não só em toda a epidemiologia parasitária, mas também na resposta dos animais ao parasitismo. Além disso, a genética do animal também é fator determinante na resistência à doença.

Com uma visão mais ampla das endoparasitoses, é possível reconhecer a impossibilidade de erradicar os parasitos gastrintestinais e a necessidade de promover ações de controle que visem equilibrar a relação parasito-hospedeiro. Isto pressupõe a necessidade de correto diagnóstico do gênero de parasito envolvido, bem como da resposta do hospedeiro. Por isso, atualmente é dada a devida importância ao diagnóstico da verminose por meio de exames clínicos (método FAMACHA©, sinais clínicos) e exames de fezes (OPG, coprocultura e outros), exame de sangue (hemograma) além de outros exames mais detalhados que englobam biologia molecular.

O método FAMACHA©, amplamente comentado e discutido aqui no Farmpoint, é um aliado no controle das endoparasitoses ocasionadas pelo Haemonchus contortus, principal parasito hematófago (suga sangue) de pequenos ruminantes durante a estação chuvosa, na maioria dos rebanhos brasileiros. Esse método baseia-se no tratamento apenas de animais que são acometidos clinicamente, diminuindo drasticamente o uso desnecessário de vermífugos. No entanto, o FAMACHA© somente é efetivo quando o Haemonchus contortus corresponde a mais que 70% da carga parasitária dos animais.

Além do grau de anemia, outros sinais clínicos podem ser auxiliares no diagnóstico e auxilio de tratamento das verminoses, como a presença de diarréias e da perda de condição corporal. Embora estes sinais possam estar relacionados com outros parasitos gastrintestinais além do Haemonchus contortus, eles também podem estar relacionados a outras doenças não-parasitárias e a causas nutricionais. Isto dificulta o seu emprego como critério de diagnóstico parasitário e de vermifugação.

O exame da contagem de ovos por grama de fezes (OPG) dá a possibilidade de obter uma estimativa do grau de infecção parasitária, que pode inclusive ser utilizado como critério de tratamento individual, mesmo se o Haemonchus não for o principal parasito. Além disso, o OPG é muito importante no teste de eficácia de anti-helmínticos que compara os resultados antes e após tratamento (comentado no artigo: “TRCOF teste de redução na contagem de ovos nas fezes”). Porém, não é possível com exatidão determinar quais os gêneros de vermes que predominam no rebanho, pois o OPG é quantitativo para a ordem Strongylida de parasitos (estrongilídeos) e qualitativos para alguns outros parasitos (Moniezia sp., Eimeria spp., Strongyloides papillosus eNematodirus spp.). Portanto, apenas com o OPG não é possível saber quais dos gêneros de estrongilídeos (Haemonchus sp. Trichsotrongylus sp., Cooperia spp. ou outros) estão presentes no rebanho e em que proporções (Figura 1).

Figura 1 –Ovos identificáveis no OPG e larvas identificáveis na coprocultura.

Para saber se o controle parasitário pode ser realizado adequadamente pelo FAMACHA©, OPG ou ambos, é imprescindível saber qual(is) verme(s) estão presentes no rebanho, inclusive os tipos de estrongilídeos. Para isso existe um exame chamado coprocultura ou cultura de larvas de nematóides que permite identificar os gêneros dos vermes e propor estratégias de manejo adequadas a cada rebanho. Portanto, é um exame auxiliar que ajuda na decisão dos critérios de tratamento, estratégias de controle e também no teste de eficácia de anti-helmínticos.

Para entender como funciona a coprocultura, é necessário relembrar o ciclo dos principais vermes gastrintestinais dos ovinos e caprinos. Os animais liberam os ovos dos vermes nas fezes, que contaminam o ambiente. Esses ovos eclodem, liberando a larva de 1º estádio (L1). Em condições de umidade, temperatura e oxigenação adequada, estas evoluem para larvas de 2º e de 3º estágio (infectante). Todo esse ciclo é dependente de fatores climáticos e ambientais (Figura 2).

Figura 2 –Ciclo biológico e influência de fatores climáticos e ambientais dos principais nematóides gastrintestinais de pequenos ruminantes.

Quando as fezes são coletadas diretamente do reto dos ovinos ou caprinos, é possível obter uma amostra fecal com ovos de parasitos que serão contados no exame de OPG. Porém, para a identificação dos gêneros dos estrongilídeos, é necessário fazer com que estes ovos evoluam até a fase infectante (L3), pois esta é passível de identificação por gênero. Sendo assim, a coprocultura se baseia em fornecer em laboratório as condições adequadas para que ovos presentes nas amostras de fezes possam evoluir até L3 e ser identificados. (Figura 3). O resultado final será dado em percentagem de gêneros encontrados, e possibilita saber qual(is) o(s) parasito (s) presente(s) no rebanho.

Figura 3 – Larva de Trichostrongylus sp. identificada por sua morfologia no exame de coprocultura.

A coprocultura pode ser feita com um “mix” de fezes do rebanho. Para isto, coleta-se fezes de alguns animais (pelo menos 10% de cada lote de manejo), que posteriormente são misturadas e destinadas ao exame (Figura 4). É possível fazer exames individuais ou de grupos de animais dependendo do intuito da utilização da coprocultura.

Figura 4 –Coleta de fezes intra-retal de ovelha e posterior homogeneização com as fezes do restante do rebanho para a realização da coprocultura.

A seguir, alguns exemplos práticos da utilização da coprocultura no manejo parasitário do rebanho:

Rebanho 1:

– Coprocultura: 90% Haemonchus sp. e 10 % Trichostrongylus sp.

Nesse caso é possível utilizar um controle parasitário por meio do método FAMACHA©, pois o Haemonchus sp., parasito predominante, é hematófago (suga sangue) e pode ser diagnosticado clinicamente. Juntamente com FAMACHA©, outros critérios podem ser adotados de acordo com o sistema de produção e indicação do médico veterinário.

Rebanho 2:

-Coprocultura: 80% de Trichostrongylus sp. e 20% de Haemonchus sp.

Nesse caso, o FAMACHA© não é indicado como única ferramenta de controle, pois oTrichostrongylus não é um parasito hematófago. Este parasita causa lesões intestinais e diarréia; a anemia aparece quando o quadro já está muito agravado. A contagem de OPG e o grau de diarréia podem ser importantes indicativos de tratamento individual dos indivíduos mais parasitados.

Voltando ao exame de OPG, a partir de quantos OPGs vermifugar? 500, 600, 700, 1000? Isso vai variar de acordo com o parasito predominante. Por isso, é possível estimar a gravidade da infecção ao relacionar o OPG com o resultado da coprocultura. A Tabela 1 estabelece o grau de infecção parasitária de acordo com os gêneros de parasitos encontrados na coprocultura.

Tabela 1 –Guia para interpretação do grau de infecção em relação ao gênero de parasito encontrado em ovinos. Tabela retirada do livro: Manual para diagnóstico das helmintoses em ruminantes (Ueno e Gonçalves, 1998).

Ex. animal 1: (OPG 1000)

-Coprocultura: 98 % Haemonchus sp. e 2% Trichostrongylus sp..
-Fazendo a correção do OPG com a coprocultura de acordo com a Tabela 1.
-OPG de Haemonchus sp. = 1000 * 98%= 980 OPG de Haemonchus sp. (infecção leve)
-OPG de Trichostrongylus sp. = 1000 * 2% = 20 OPG de Trichostrongylus sp. (infecção leve).
Nesse caso se o animal não estiver apresentando grau de anemia (FAMACHA© 3 ou mais) e nem diarréia, em infecção leve por Haemonchus sp. e por Trichostrongylus sp., não se indica o tratamento anti-helmíntico

Ex. animal 2 (OPG 1000)

-Coprocultura: 70% Trichostrongylus sp. e 30% Ostertagia spp.
-Fazendo a correção do OPG com a coprocultura de acordo com a Tabela 1.
-OPG de Trichostrongylus sp.= 1000 * 70%= 700 (infecção moderada)
-OPG de Ostertagia spp.= 1000 * 30% = 300 (infecção moderada)

Nesse caso, em infecção moderada por Ostertagia spp. e por Trichostrongylus spp., se o animal apresentar sinais clínicos, indica-se tratar com anti-helmíntico eficaz. Dessa forma, percebe-se que dois animais com o mesmo OPG (1000) estão em situações diferentes de verminose devido ao tipo de parasito e grau de patogenicidade. É claro que no dia a dia do campo os sinais clínicos são muito importantes na decisão do tratamento, mas o conhecimento da população de vermes existentes no rebanho torna mais fácil a estimativa do grau de infecção dos animais.

O ideal é realizar a coprocultura bimestral ou trimestralmente em um rebanho, conforme a região do território nacional onde a criação esteja localizada. Isto é importante devido às variações sazonais na proporção de gêneros na população parasitária. Na impossibilidade disso ser realizado, indica-se fazer pelo menos uma coprocultura de larvas de nematóides gastrintestinais no rebanho para saber quais os vermes predominantes, juntamente com o teste de redução da contagem de ovos nas fezes (TRCOF). Como os gêneros de estrongilídeos podem apresentar diferenças na susceptibilidade aos grupos químicos de vermífugos, a coprocultura auxilia muito na escolha do medicamento. Alguns laboratórios veterinários fazem o exame, mas é importante especificar que é coprocultura de larvas de nematóides, para evitar ser confundido com coprocultura de bactérias. Profissionais habilitados e universidades que tenham cursos de veterinária também podem fazer o exame.

Sendo assim, percebe-se que a coprocultura é um exame importantíssimo na decisão de critérios de tratamento, na visualização do grau de infecção parasitária e na escolha de medicamentos anti-helmínticos junto ao teste de eficácia, devendo ser incluído no controle parasitário periódico do rebanho.

Devido a importância deste assunto, a AgriPoint está realizando mais uma edição do Curso Online “Controle Parasitário em Ovinos e Caprinos”. As inscrições podem ser realizadas até o dia 16/10.

06 Dez – Prêmio Santa Inês

PREMIO SI 2014

Dia 06 de dezembro acontece o Prêmio Santa Inês 2014. Festa de confraternização da ABSI que premia os melhor criadores e expositores do ano de 2014.

Este ano a festa será ainda maior, pois contará também com a entrega da premiação da Copa Santa Inês São Paulo, evento que aconteceu em três etapas.

O evento será no Hotel Deville Prime em Salvador no dia 06 de dezembro as 20:00h. A ABSI preparou toda uma programação e facilidade para receber os seus associados, o criador poderá se hospedar no hotel Deville com pacotes especiais:

CATEGORIA                          INDIVIDUAL           DUPLO
LUXO                                        242,00                278,00
LUXO SUPERIOR                        269,00                 305,00

Faça já sua reserva, teremos translado durante a exposição.