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1ª EXPO AGRO GRAVATÁ 21 a 25 de Fevereiro.
1ª Brasileira do Santa Inês
De 23 a 29 de abril em Aquiraz – CE, acontecerá a 1ª Brasileira da raça Santa Inês.

Identificação precoce de fêmeas ovinas
Em fêmeas ovinas, as biotecnologias voltadas à reprodução estão em constante avanço para a determinação dos fatores ligados a precocidade sexual, através do uso de parâmetros morfológicos ovarianos e endócrinos que facilitem a identificação de características reprodutivas que sejam facilmente medidas.
A identificação precoce de um animal tem papel crucial na determinação e aptidão de indivíduos a produzir altos ou baixos números de embriões após superovulação, trazendo como vantagens a redução à idade de entrada dos animais em reprodução, capacidade de programação dos partos para épocas mais favoráveis a sobrevivência das crias, melhorar o desempenho reprodutivo no início da primeira estação de monta e seleção dos animais com maior capacidade reprodutiva (NUNES et aI., 2014).
A prática tradicional da ovinocultura de corte, onde a cordeira é selecionada para a reprodução de acordo com o ganho de peso adquirido no pré/pós desmame ou a idade adquirida, tem sido apontada como ultrapassada, pois, não há garantia da eficiência e potencial reprodutivo, controle da secreção hormonal, prolificidade e longevidade reprodutiva. Portanto, métodos não invasivos que quantifiquem o número de folículos morfologicamente saudáveis nos ovários de fêmeas jovens podem ter relevância diagnóstica significativa, auxiliando no planejamento reprodutivo do rebanho e desenvolvendo novos esquemas de seleção de animais em idade precoce, para fazendas que buscam alta fertilidade.
Sabe-se que, por muito tempo, as características reprodutivas de fêmeas foram pouco enfatizadas nos programas de melhoramento genético, visto que a seleção direta de fatores ligados à fertilidade pode ser uma técnica difícil de ser aplicada, devido à baixa herdabilidade e a falta de registros confiáveis. Porém, mudanças vêm sendo relatadas considerando a condição fisiológica do animal, incluindo o mérito genético individual, características ovarianas ainda na idade pré-puberdade e analisando a eficiência do rebanho em promover o menor tempo de retorno do investimento, aumento da vida reprodutiva e consequentemente, aumento do número de produtos.
A contagem de folículos antrais (CFA) pode ser um parâmetro que sinaliza a taxa de concepção a primeira monta e o ciclo reprodutivo, pois, está positivamente relacionada ao número e a qualidade dos folículos presentes nos ovários. A população folicular apresenta grande variabilidade entre as fêmeas, mas com alta repetibilidade no mesmo indivíduo; isso permite a classificação dos animais de acordo com as diferenças individuais, em três grupos distintos: baixa, média e alta CFA. Animais classificados com baixa CFA apresentam sinais de infertilidade e/ou desordens reprodutivas, enquanto os de alta CFA demonstram maior probabilidade de se tornarem gestantes, melhor resposta a protocolos de superestimulação hormonal, peso ovariano, maiores concentrações de progesterona e concentração do hormônio anti-mulleriano (MONNIAUX et al.,2013).
Embora a CFA tenha sido associado à reserva ovariana e qualidade do oócito na idade adulta, pouco se sabe sobre essas diferenças durante o período pré-puberdade e o futuro o potencial reprodutivo individual para fêmeas ovinas, devido a importantes limitações da técnica de ultrassonografia transretal quando se trata de pequenos ruminantes. Além do alto custo e mão de obra capacitada, a identificação das estruturas reprodutivas é complicada, em consequência da pequena anatomia dos órgãos, dificuldades na dinâmica e na determinação das estruturas, o que desencadeia a erros de contagem folicular (GONZALEZ-BULNES et al., 2010).
Recentemente, o hormônio anti-mulleriano (AMH) vem sendo reconhecido como um importante marcador endócrino da reserva ovariana, fornecendo novas informações sobre o ovário, capacidade intrínseca individual e resposta ovariana a ação de gonadotrofinas. As concentrações de AMH podem ser detectáveis após 36ª semana de gestação em humanos (ROMÃO et al., 2012), e conforme mencionado acima, os níveis endócrinos de AMH estão intimamente relacionados ao número de pequenos folículos antrais e folículos crescentes presentes no ovário. Resultados recentes demonstram que a expressão de AMH é alta em pequenos folículos antrais, e que sua função está relacionada em regular ou limitar o recrutamento de folículos primordiais na foliculogênese, reduzindo a capacidade de resposta ao hormônio folículo estimulante (FSH) e dessa forma, desempenhando um papel importante no processo de seleção folicular do crescimento até o estágio pré-ovulatório (VISSER et al., 2006).
No caso de ruminantes, foi proposto que a determinação da concentração de AMH no sangue, pode ajudar a determinar a capacidade de uma doadora para produzir um número esperado de embriões quando submetidos à ovulação múltipla, transferência de embriões ou fertilização in vitro. Um estudo recente mostrou que as cordeiras com maiores níveis de AMH no sangue com 110 dias de idade aproximadamente, foram as que alcançaram a puberdade precocemente, resultando na antecipação do primeiro parto e fertilidade melhorada quando comparado a animais da mesma idade e com baixas concentrações de AMH (LAHOZ et al., 2012).
O Laboratório de Produção e Pesquisa em Ovinos e Caprinos (LAPOC) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) vem desenvolvendo estudos com o objetivo de determinar a concentração do AMH no sangue de cordeiras pré-púberes da raça White Dorper e avaliar a sua relação com a taxa de prenhez à primeira monta (180 dias de idade). Podemos afirmar que as concentrações plasmáticas de AMH foram positivamente correlacionadas com a taxa de prenhez das cordeiras, ou seja, o grupo de fêmeas que demonstrou alta concentração de AMH foi o que obteve maior taxa de prenhez na primeira monta, enquanto que os animais que necessitaram de uma segunda monta, apresentaram concentrações de AMH consideravelmente reduzidas (NEVES et al., 2017 dados não publicados). Dessa forma, o AMH se tornou um marcador endócrino confiável para as fêmeas ovinas, com consequências práticas interessantes para a clínica veterinária e para as biotecnologias da reprodução.
Infelizmente, ainda não há valores referência e padronização das concentrações do AMH para os critérios de seleção para fêmeas ovinas, mas, essa ferramenta vem sendo utilizada para prever o potencial reprodutivo de rebanhos, permitindo com que os criadores possam selecionar as fêmeas com maior reserva folicular, reduzindo assim o tempo e as despesas com animais improdutivos ou que apresentem algum distúrbio reprodutivo.
Publicação analisa tendência de crescimento dos rebanhos de caprinos e ovinos no país
Os rebanhos de caprinos e de ovinos no Brasil chegaram, em 2016, ao seu mais alto patamar, em termos de quantidades de animais, nos últimos dez anos. Essa tendência de crescimento é uma das questões analisadas pela equipe da Embrapa Caprinos e Ovinos (Sobral, CE) na publicação “Análise da PPM 2016: evolução dos rebanhos ovinos e caprinos entre 2007 e 2016”, que traça considerações sobre os resultados da mais recente Pesquisa Pecuária Municipal (PPM) do IBGE, divulgada em setembro deste ano.
“Analisamos o comportamento dos rebanhos nestes últimos dez anos, com base nestes números, que são os dados disponíveis mais recentes”, detalha o pesquisador Vinícius Guimarães, um dos autores da publicação, que é o primeiro boletim produzido pelo Centro de Inteligência e Mercado de Caprinos e Ovinos, composto por pesquisadores e analistas da Área de Transferência de Tecnologia da Embrapa Caprinos e Ovinos.
Os dados da PPM mostram que o rebanho de ovinos no Brasil apresenta, em 2016, um efetivo de 18,4 milhões de animais, seguindo uma trajetória de crescimento desde 2013. Nos últimos dez anos, houve aumento da participação da região Nordeste, que passou de 57% do efetivo brasileiro em 2007 a 63%¨em 2016. A região permanece em posição de destaque no cenário nacional, com seis estados entre os dez maiores rebanhos do país: Bahia (19%), Pernambuco (13,9%), Ceará (12,6%), Piauí (6,6%), Rio Grande do Norte (4,6%) e Paraíba (2,8%).
A publicação destaca também que, ao longo dos últimos anos, verificou-se crescimento do plantel na Bahia, que passa a disputar com o Rio Grande do Sul (também com 19% do efetivo nacional em 2016) o posto de estado com maior rebanho no país. Pernambuco também apresentou crescimento neste período, saindo da posição de quinto maior rebanho nacional de ovinos em 2007 para o terceiro lugar em 2016, superando o Ceará. Já o Piauí mostrou queda na última década, se afastando do grupo dos quatro maiores produtores do país, que concentra 64% do rebanho nacional.
Já os números mais atuais do rebanho caprino – cujo efetivo total no Brasil em 2016 é de 9,79 milhões de animais – mostram tendência de crescimento desde 2012, quando houve forte redução do efetivo. Este crescimento aconteceu mesmo com a escassez de chuvas na região Nordeste (que concentra 93% do plantel nacional) neste mesmo período.
Segundo a análise, mesmo com alta concentração do efetivo no Nordeste, no Sudeste há experiências de destaque na produção de estados como Minas Gerais e Rio de Janeiro, onde a produção de leite de cabra e seus derivados tem evoluído e ocupado nichos de mercado, com produtos de maior valor agregado.
Em relação aos rebanhos estaduais, a publicação destaca a convergência do rebanho caprino dos estados da Bahia (28% do plantel nacional) e Pernambuco (25,5%), sendo que a Bahia apresentou redução do rebanho entre 2007 e 2014, ano em que retomou tendência de crescimento. Já Pernambuco apresentou crescimento praticamente contínuo nos últimos dez anos. Nos estados do Piauí (12,6%) e Ceará (11,6%), houve oscilações, com o primeiro apresentando declínio e o segundo um suave crescimento nesse mesmo período.
De acordo com Vinícius Guimarães, o Centro fará um trabalho sistemático e frequente de análise e divulgação de informações sobre aspectos como mercado, dados socioeconômicos e inteligência estratégica para as cadeias produtivas. Em breve, essas informações estarão disponibilizadas na página do Centro de Inteligência, no portal da Embrapa.
Confira a publicação completa clicando aqui.
EXPOBAHIA 09 a 15 de abril
CIRCULAR EXPOBAHIA 2018
Caro expositor, No período de 09 a 15 de abril de 2018, se fará realizar a ExpoBahia 2018 contemplando todas as categorias de caprinos e ovinos. A ExpoBahia será chancelada pela ABSI.
1. – Das vendas das baias.
As vendas de baias e stands serão feitas por ordem de chegada a partir do dia 05 de Março de 2018, ou seja, o primeiro a adquirir suas baias e stands na sede da ACCOBA será o primeiro a escolher o seu local.
A. – A Inscrição dos animais que irão a julgamento deverá ser feito até o dia 06 de abril de 2018.
B. – Será cobrada uma taxa de R$ 5.00 (cinco reais) por animal inscrito para custear o ranking baiano de 2018.
C. – Para efetivar as compras das baias o criador deverá esta rigorosamente em dia com a tesouraria da ACCOBA.
D. – A escolha do Jurado Único, para todas as raças, será feita por votação dos expositores que comprarem suas baias até o dia 19 de março.
E. – Data Base para Julgamento 10 de Abril de 2018.
TIPO PREÇO PARA SÓCIOS Baias de Ferro R$ 250,00
Programação EXPOBAHIA 2018
09/04/2018 Segunda-Feira Chegada dos Animais
10/04/2018 Terça-Feira Pesagem e Mensuração
11 a 14/04/2018 Quarta-Feira a Sábado Julgamento Caprinos e Ovinos
13/04/2018 Sexta-Feira 18:00 Festa do Ranking Baiano 2017 e Leilão dos Espaços da ACCOBA
15/04/2018 Domingo 04:00 hs Encerramento do Evento
A crescente participação dos criadores e/ou expositores, bem como dos seus familiares, tem engrandecido a nossa EXPOBAHIA. Aguardamos você para realizarmos mais uma grande festa.
Contamos com a sua presença!
Atenciosamente.
ACCOBA
EXPOSIÇÃO DE VITORIA DA CONQUISTA – BA
CIRCULAR EXPOSIÇÃO VITÓRIA DA CONQUISTA–BA
Prezado(a) expositor(a), Realizaremos no período de 13 a 18 de março de 2018, a 4ª Exposição Especializada de Ovinos e Caprinos, durante a 52ª Exposição de Agropecuária de Vitória da ConquistaBa. Contemplando todas as categorias de ovinos e caprinos, com a chancela da ACCOBA. Também teremos a chancela da ABSI.
I. Das Vendas das baias.
a. As vendas das baias serão feitas por ordem de chegada a partir do dia 05 de fevereiro de 2018, ou seja, o primeiro a adquirir suas baias na sede da ACCOBA terá a opção de escolher as suas baias.
b. As baias só serão reservadas mediante pagamento.
c. Não teremos baias específicas para tratadores, o expositor deverá comprar uma baia para essa finalidade. Essa prática já aconteceu em anos anteriores.
d. Baias de ferro com dimensões de 3×3.
e. Valor da Baia R$ 150,00 (cento e cinquenta reais), o expositor deverá está rigorosamente em dias com a ACCOBA.
f. Cada expositor é responsável pela alimentação de seus animais.
g. O Expositor terá direito a uma credencial para carro, duas para expositor. Porém o cadastramento será feito na data da venda das baias, favor informar nome completo e CPF no ato da reserva. Não será feito cadastramento na hora do evento.
II. Das inscrições
a. A inscrição dos animais será até o dia 10 de março de 2018.
b. Será cobrada uma taxa de R$ 5,00 (cinco reais) por animal inscrito, valor esse destinado ao custeio do ranking da ACCOBA.
III. Da premiação a. R$ 10.000,00 (Dez mil reais em premiação).
IV. Dos Jurados
a. Admissão José Martins
b. Jurado único para todas as raças, Joselito Barbosa
c. Auxiliar de pista Nildo Mendes.
V. Da programação
12/03/2018 Segunda-feira Chegada dos animais
13/03/2018 Terça-feira Pesagem e Mensuração
14 a 16 /03/2018 De quarta à sexta-feira. Julgamentos Caprinos e Ovinos
18/03/2018 Domingo Encerramento da exposição, saída dos animais somente após às 18:00h
A participação dos mais importantes criadores e/ou expositores do Brasil tem sido um diferencial da nossa exposição. Ela tem estimulado a atividade na região com bons negócios e o aumento de novos criadores a cada ano.
A região de Vitória da Conquista é bastante importante no cenário nacional, contamos com a sua presença para abrilhantar ainda mais nossa festa.
Atenciosamente,
COOPMAC.


