EXPOBRASIL 24 de outubro a 01 de novembro

CIRCULAR EXPOBRASIL 2020

NACIONAL DA RAÇA SANTA INÊS

Seguem as informações necessárias para a sua participação na Nacional da Raça Santa Inês no período de 24 de outubro a 01 de novembro de 2020.

01) DATA DE VENDA DAS BAIAS:

A – A venda das baias será realizada pela ACA, sem reservas, a partir do dia 01 de setembro de 2020 até 16 de outubro 2020.

B – A escolha das baias e stands será efetuada pela ordem de pagamento dos mesmos.

02)-PREÇO DA BAIA:

Santa Inês (Sócios)* R$ 400,00 (até 20/09/2020) R$ 450,00 (a partir de 21/09/2020) Obs: Baias de 2m X 2,5m para no máximo 4 animais adultos e 6 jovens.

* O expositor da raça Santa Inês deverá obrigatoriamente ser sócio e estar em dia com a anuidade 2020 da ABSI para que seus animais participem do julgamento;

*Será obrigatória a apresentação do recibo de pagamento das baias fornecido pela ACA, na recepção dos animais no parque.

03) ESCOLHA DAS BAIAS:

A) A partir do dia 01 de setembro de 2020 por ordem de chegada ou de pagamento da compra dos boxes. Não serão aceitos cheques pré-datados. A conta para depósito é: ACA – Associação dos Criadores de Alagoas, Banco do Brasil, Agência: 3186-0, Conta corrente: 7809-3, CNPJ: 12.375.994/0001-00; Os comprovantes de depósito deverão ser enviados para o e-mail: acalagoas2007@hotmail.com Avenida Siqueira Campos, 1295 – Prado Parque da Pecuária – Maceió – AL CEP: 57010-001 CNPJ: 04.753.911/001-40

B) As baias enumeradas de 01 a 141 serão destinadas a raça Santa Inês. Não poderão ser colocados animais de raças diferentes na mesma baia e no máximo 6 animais jovens por baia.

04) JULGAMENTO:

Cada expositor poderá inscrever para julgamento a quantidade de animais determinada, em conformidade com os regulamentos da ABSI (25 animais em categoria).

JUÍZES:

Julgamento da raça Santa Inês será a critério da diretoria da ABSI. A escolha do segundo e do terceiro jurado da raça Santa Inês, será por votação dos expositores que adquirirem baias até o dia 25 de setembro, que estejam adimplentes com a ABSI e que já tenham inscrito pelo menos 1 animal para julgamento.

O criador deve enviar um e-mail para publicidade@absantaines.com.br informando o jurado que deseja votar (cada expositor deverá votar em apenas 01 (um) jurado. Data limite para votar será dia 25 de setembro até as 18:00.

5) DOCUMENTOS EXIGIDOS:

5.1 – Ovinos:

Só serão aceitos para julgamento os animais inscritos através do site da ARCO. 06) EXIGÊNCIAS SANITÁRIAS

▪ GTA (para todos os animais)

▪ Atestado Sanitário Ovinos:

Não será permitida a entrada ao parque de animais portadores de hipertrofia de linfonodo, ectoparasito, mastite ou úbere perdido e que se encontrem debilitados.

07) ENTREGA DE DOCUMENTOS Para a raça Santa Inês as inscrições ocorreram obrigatoriamente pelo sistema de inscrições no site da arco até a data estipulada pela ABSI. Avenida Siqueira Campos, 1295 – Prado Parque da Pecuária – Maceió – AL CEP: 57010-001 CNPJ: 04.753.911/001-40

08) HORÁRIO DE ENTRADA DOS ANIMAIS Todos os animais deverão chegar ao parque no máximo, até as 18:00h da sexta feira, 23 de outubro de 2020.

09) EXAME ANDROLÓGICO Será obrigatório o exame andrológico para machos conforme regulamento das associações nacionais de raça. Os expositores devem apresentar os exames com prazo de validade de até 60 dias do final do evento. (Caso não o possua, será realizado no parque apenas no dia 23 de outubro).

(10) EXAME DE ULTRASOM

Será obrigatório o atestado de prenhes (ultrassonografia) para as fêmeas conforme regulamento das raças. As fêmeas que estiverem vazias e solteiras terão que comprovar parição através de filho registrado na ARCO.

Só terão validade os exames efetuados no Parque de Exposições, estes, serão gratuitos, para as categorias que os exigem e serão realizados apenas no dia 23 de outubro de 2020.

11) O julgamento de admissão obedecerá obrigatoriamente a ordem alfabética por nome dos expositores. Os expositores que não apresentarem os animais quando convocados, estarão sujeitos a exclusão dos animais do julgamento.

12) PROGRAMAÇÃO OFICIAL

22 e 23 outubro                Entrada dos animais    Quinta e sexta

24 de outubro                  Admissão zootécnica Santa Inês      sábado

27 de outubro               Classificatórias Santa Inês (Pista 01) terça das 9:00 as 17:00

28 a 30 de outubro          Julgamentos de categorias e campeonatos Quarta a Sexta

30 de outubro                         Leilão Alagoas Nacional                         Sexta as 21:00

31 de outubro                 Julgamento dos Grandes Campeonatos       Sábado as 9:00     31 de outubro          Santa Inês Prêmio (Festa do ranking 2019)        Sábado as 20:00   01 de novembro                Encerramento da Exposição                     Domingo as 23:00

OBSERVAÇÕES:

A) Saída dos animais no dia 01 de novembro de 2020 (Domingo), a partir das 06:00h. Avenida Siqueira Campos, 1295 – Prado Parque da Pecuária – Maceió – AL CEP: 57010-001 CNPJ: 04.753.911/001-40

B) Os tratadores, em pista, deverão estar trajando camisa padrão do evento, calça jeans e calçados fechados.

C) Não será permitido corte de palma nos corredores, como também colocação de capim, ração e feno.

E) Não será permitida a permanência de cachorros dentro do galpão de caprinos e ovinos, inclusive sendo proibida a utilização das baias para outros fins que não a exposição de caprinos e ovinos;

F) A data base para cálculo de idade será no dia 24 de outubro de 2020.

G) Em caso de dúvida, entrar em contato com a ACA através dos telefones (82) 3027-9027 ou (82) 99977-8969 (Dirlene) ou através do email: acalagoas2007@hotmail.com

H) Informarmos que os animais não poderão ser submetidos a restrição alimentar (feno e água), caso ocorra, o animal será eliminado do julgamento. Contamos com a sua presença e aguardamos você para juntos realizarmos uma grande festa.

 

Domício José Gregório e Thiago Inojosa

Perspectivas da Ovinocultura após a pandemia da Covid-19 são discutidas na Agrotins 2020

Discutindo novas possibilidades econômicas para o Tocantins, aconteceu na tarde desta quinta-feira, 28, na Feira Agrotecnológica do Tocantins – Agrotins 100% Digital, um bate-papo sobre as Perspectivas da Ovinocultura após a pandemia da Covid-19 em 2020.

Participaram a médica veterinária da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Aquicultura do Tocantins (Seagro), Érika Jardim, o professor da Universidade Federal do Tocantins (UFT), Márcio Teixeira, a técnica da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Maria Isabel Carneiro, e o professor doutor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Iran Borges.

A ovinocultura trata-se da criação de ovelhas e carneiros, setor que vem crescendo no Tocantins com frigoríficos e exportações para outros países. Abrindo a conversa, a médica veterinária da Seagro, Érika Jardim, destacou que neste momento de pandemia todos tem que abusar da criatividade e inovação.

“No Tocantins, temos importantes cadeias produtivas estabelecidas. Os consumidores estão comprando produtos diferentes, estão bebendo mais. A produção de leite ovino aqui no estado ainda não é forte, apenas o abate da carne. Porém, com esse aumento na demanda pelos derivados do leite é um bom momento para fomentar neste segmento”, disse Érika Jardim.

O professor da UFT, Márcio Teixeira, que mediou o bate-papo, destaca que a pasta continua dando suporte produtores, principalmente aos pequenos. “Quero parabenizar a Seagro que não deixa a peteca cair. Mesmo com essa pandemia, continua levando muito da academia e ciência aos produtores”, destaca o educador.

Já o professor doutor da UFMG Iran Borges, disse que os produtores devem fazer todo um levantamento de seu rebanho, selecionar os que já estiverem prontos para o abate e vendê-los. “Para diminuir esse impacto econômico deve-se fazer uma poupança viva. Guarde o suficiente de animais para quando isso acabar, para ter a capacidade de retomar o ritmo de produção que tinham antes da pandemia”, destacou.

Iran Gomes também orienta que os produtores tenham dados sobre sua produção e criação. “Produtor entenda que os dados irão direcionar o futuro. A partir daí você terá as projeções futuras. Para fazer melhoramento genético é preciso de dados. Um trabalho bem feito na fazenda terá um melhor custo benefício e aproveitamento desses animais”, explicou o professor.

“Algumas sequelas vão ficar. Arroz, feijão, milho, queijo não podem faltar. Mas aquele carro, aquela roupa, podem esperar. Teremos um bom cenário econômico no país, principalmente no setor agropecuário. A ovinocultura irá dar retorno, em média de R$ 9 a  R$ 15 mil líquido por mês”, previu o doutor Iran Gomes.

Leite

A doutora e cientista da Embrapa Maria Isabel Carneiro, especialista na indústria de laticínio reforça que o agro não parou, porém minimizaram a produção. “Muitos estão se remodelando, é isso está de encontro com o próprio setor. A tendência agora é Farm to table, do produtor direto ao consumidor. A ovinocultura do leite está se consolidando no Brasil, e isso não demora a chegar aí ao Tocantins”, disse Maria Isabel.

A técnica da Embrapa também afirmou que os derivados do leite ovino eram vistos como produtos caros, e eram consumidos por pessoas da classe A ou C. “Hoje, com a evolução da tecnologia, a evolução da qualidade desses produtos pode chegar às mãos de todos, pois aumentou a acessibilidade aos consumidores porque eram produtos importados, logo bem caros”, afirmou a doutora. Maria Isabel.

“Essa questão da pandemia nos deixa aflitos, pois não sabemos quando vai passar. Mas não podemos esperar para fazer algo após a pandemia. Temos que fazer hoje, e nos reinventar. A Agrotins 100% Digital é uma prova disso”, concluiu Maria Isabel.

Erva-de-ovelha é boa opção para alimentação animal no Semiárido

Presente em quase todos os estados do Nordeste, além de Amazonas, Pará, Goiás, Mato Grosso e sudeste de Minas Gerais, é uma boa alternativa para a alimentação dos rebanhos caprinos, ovinos, bovinos, equinos e muares porque possui alto valor nutritivo e garante o aporte de proteína de que os animais necessitam, além de auxiliar na fixação de nitrogênio no solo, tornando-o mais fértil.

Na Região Nordeste, a erva-de-ovelha ocorre em quase todos os estados, nos chamados tabuleiros, que são áreas naturalmente abertas dentro da vegetação da Caatinga. Nelas predominam os planossolos, solos que apresentam média e baixa fertilidade e normalmente encharcam com facilidade e apresentam fissuras após secar, em virtude da elevada quantidade de argila. O zootecnista da Embrapa Caprinos e Ovinos Éden Fernandes afirma que a planta tem grande importância para a produção animal, principalmente nos sistemas extensivos. “Ela é um componente-chave dessa atividade em uma região que tem um volume anual de chuvas muito baixo, mesmo para os padrões nordestinos, como é o caso do município de Irauçuba (CE)”, explica.

Experimentos na década de 1990

O engenheiro agrônomo Fabiano Carvalho, professor do curso de Zootecnia da Universidade Vale do Acaraú (UVA), também acredita na importância da espécie para a pecuária na região semiárida. “Claro que existe hoje uma degradação muito grande, são quase 500 anos de exploração principalmente pela pecuária, então as principais forrageiras desapareceram.” Ele conta que, na década de 1990, foram feitos dois experimentos com a erva-de-ovelha. No primeiro, foi feita a exclusão de algumas áreas praticamente desertas, sem nenhuma vegetação, para impedir o acesso dos animais. Nelas foram plantadas outras espécies nativas como jurema-preta, sabiá, catingueira e pau-branco.

Na segunda experiência, houve apenas a separação sem a introdução de outras plantas. Após dois anos, o primeiro experimento resultou na recomposição da vegetação dessas áreas que estavam praticamente limpas; no segundo, observou-se elevado crescimento apenas da erva-de-ovelha nas áreas separadas, atingindo de 20 cm a 30 cm de altura. Carvalho conclui que o superpastejo, elevado número de animais por hectare, é um dos maiores problemas da pecuária na região.

Desconhecida dos produtores

Mas, apesar de seu valor para a pecuária da região, a herbácea nem sempre é reconhecida pelos agricultores e alguns até ignoram sua existência. Francisco das Chagas de Souza, 45, é agricultor da comunidade Pé de Serra Cedro, em Sobral (CE). Ele mora na comunidade desde que nasceu e afirma que somente há cerca de seis anos observou a existência da erva-de-ovelha. “Ela se alastrou no nosso campo de futebol e os animais gostaram muito. Quando o gado começou a comer foi que começamos a reparar nela. Oito dias depois das primeiras chuvas, o campo já vira um tapete verde. Se deixarmos, chega a 30 cm. Dependendo das chuvas, em 15 dias já está no ponto de o animal pegar. A gente acredita que o animal come e faz bem porque mesmo os bezerros novos comem e nunca tiveram nenhum problema, como tosse ou diarreia”, complementa. O zootecnista Éden Fernandes explica que não existem relatos na literatura científica sobre danos aos animais causados pela erva-de-ovelha. “Por isso, podemos afirmar que a planta não é tóxica”, garante.

A erva-de-ovelha é resistente ao pisoteio, à seca, a solos encharcados e a solos ácidos. Não tolera fogo e frio e precisa de um índice pluviométrico variando de 400mm a 1.500 mm para completar seu ciclo, dependendo da localização e tipo de solo. O crescimento e o desenvolvimento dessa espécie estão associados ao regime de chuvas. Ela floresce com as águas e no período de estiagem fecha seu ciclo lançando as sementes no solo como uma forma de se perpetuar de um ano para o outro.

Os pesquisadores comprovaram que é uma forrageira muito produtiva, especialmente para a pecuária leiteira. Não apresenta uma produção elevada de biomassa porque ocorre em pequenas manchas de solo. Segundo Carvalho, é diferente das cultivadas, como Mineirão e Campo Grande, que preferem solos de textura média, um pouco mais arenosos, e têm produção muito elevada, chegando a seis toneladas por hectare. “Em Irauçuba, quantificamos que o total de matéria seca por hectare fica em torno de 1.600 kg, no máximo, nos tabuleiros. Existe essa limitação porque normalmente são áreas de pastejo extensivo”, explica.

Manejada com adubação correta, a erva-de-ovelha responde bem, melhora a produção, índices proteicos e a digestibilidade. Ela atende à necessidade de proteína dos animais, fornecendo de 20% a 22% do necessário, dependendo do estágio em que se encontra (à medida que vai secando, o teor de proteína diminui), assim é considerada uma boa leguminosa para a produção de leite. O professor acrescenta que o importante é que a herbácea produza sementes, caso contrário, no ano seguinte a produção será menor. Por isso, o agricultor deve evitar “limpar” o terreno por meio da queima da vegetação, o que causa a diminuição do banco de sementes.

Manejo adequado melhora a produtividade

A produção de matéria seca da erva-de-ovelha é pequena, segundo o professor, em virtude da degradação do solo causada pelo pastejo intensivo, queima das áreas e erosão. Esses fatores resultam na diminuição da fertilidade do solo, que já é baixa nas áreas onde a espécie ocorre. Mas, se manejada com adubação correta, responde bem, melhora a produção, índices proteicos e digestibilidade.

O produtor pode fazer a adubação orgânica, usando o esterco do gado, cabra e ovelha. O processo deve ser feito no período chuvoso para que a matéria orgânica possa se degradar e liberar os nutrientes no solo. A recomendação geral é de duas a quatro toneladas de esterco anuais por hectare, dependendo das áreas. A orientação deve ser dada por um técnico que conheça a região, uma vez que cada propriedade é única, com características próprias. Outra indicação é a rotação de animais de diferentes espécies na mesma área, porque cada uma apresenta hábitos de pastejo diferentes.

Data de Publicação: 27/04/2020 às 16:00hs
Fonte: Embrapa Caprinos e Ovinos

Tempo seco contribui para aumento de casos de conjuntivite em ovinos

A diminuição da umidade do ar e o aumento da poeira podem contribuir para a ocorrência de conjuntivite em ovinos. O outono em algumas regiões do país significa tempo seco. Nesses casos, o pecuarista deve ficar atento aos sinais clínicos dessa enfermidade. Lacrimejamento, acúmulo de sujeira ao redor dos olhos, fechamento constante dos olhos e vermelhidão da mucosa inferior são alguns dos sintomas da doença.

De acordo com o veterinário Raul Mascarenhas, da Embrapa Pecuária Sudeste, de São Carlos (SP), a conjuntivite pode evoluir para um quadro mais grave chamado ceratoconjutivite. Nesse caso, além dos sinais comuns da conjuntivite, ocorre opacidade da córnea. “O produtor deve observar se há uma mancha branca nos olhos que começa pequena e tende a se expandir tomando toda a região. Se a ceratite evoluir nos dois olhos simultaneamente, o animal apresentará movimentos sem direção, indicando uma cegueira parcial ou total. Com o agravamento da ceratite haverá o rompimento do globo ocular, quando isto ocorrer, a cegueira será irreversível”, conta Mascarenhas.

Como toda inflamação, a conjuntivite, segundo o veterinário, é uma resposta do sistema imunológico a determinada agressão, que pode ser física, causada por partículas de poeira, por exemplo; química, provocada por produtos químicos em contato com os olhos; ou biológica, ocasionada por micro-organismos, principalmente bactérias. “Na maior parte dos casos nos ruminantes, a conjuntivite é de origem infecciosa, porém tem sua instalação facilitada por agressões físicas como a diminuição da lubrificação dos olhos, decorrente da baixa umidade do ar, e o contato com partículas de poeira em excesso, que também podem levar micro-organismos para os olhos”, explica.

Os prejuízos para os pecuaristas estão relacionados à redução de produção de carne e leite, devido ao desconforto causado pela doença, até a perda de cordeiros, matrizes e reprodutores decorrente dos casos de cegueira.

Tratamento

Normalmente, a conjuntivite não necessita de tratamento. Ela tende a regredir de forma espontânea. O tratamento só é necessário para a ceratoconjutivite.

Nesses casos, a medicação será a base de antimicrobianos tópicos em formulação oftalmológica e/ou de uso parenteral (intramuscular, subcutâneo ou endovenoso). O tratamento deve ser feito com indicação de um médico veterinário.

Prevenção

Medidas de manejo e de higiene com objetivo de reduzir a poeira ambiental nos apriscos, controle de moscas e controle da umidade em galpões de confinamento são eficientes para redução da quantidade de animais acometidos pela conjuntivite.

Também existem vacinas, recomendadas quando a ceratite ocorrer em muitos animais.

Veja aqui um vídeo sobre a doença

Data de Publicação: 15/05/2020 às 13:40hs
Fonte: Embrapa Pecuária Sudeste

Agrotins apresenta tecnologias sobre produção de ovinos

A edição de 2020 da Agrotins, que será realizada de forma virtual entre 27 e 29 de maio, apresentará soluções tecnológicas da Embrapa sobre sistemas de produção de ovinos de corte. As tecnologias podem ser acessadas a partir da vitrine digital na página especial que a Embrapa criou para o evento, que também trará palestras online sobre diversas temáticas relacionadas à pesquisa agropecuária.

Em destaque, estarão soluções tecnológicas referentes a sistemas de produção para ovinos de corte, uma das demandas mais levantadas por produtores rurais. A gestão da propriedade na ovinocultura será tema de palestra do pesquisador Klinger Magalhães, da Embrapa Caprinos e Ovinos (Sobral-CE), que poderá ser acessada no dia 27, a partir das 11 horas, no site oficial da Agrotins.

De acordo com Klinger, a gestão se mostra fundamental em um contexto em que a cadeia da ovinocultura tem buscado se organizar frente ao crescimento da atividade e à expansão do mercado consumidor. Para isso, ele destaca que a produção de ovinos deve buscar instrumentos, práticas e processos gerenciais.

“Isso inclui o levantamento de informações essenciais de dentro e fora da porteira que definirão o desempenho da atividade. Uma das fontes essenciais de informações para a gestão é o acompanhamento dos custos de produção, onde se consegue identificar dados importantes de problemas a serem solucionados, juntamente com os indicadores zootécnicos”, ressalta Klinger.

Segundo o pesquisador, ainda é um desafios a incorporação desse acompanhamento dos custos e indicadores na rotina da propriedade. Como forma de facilitar esta gestão, a Embrapa desenvolveu o aplicativo CIM Custos, uma das soluções tecnológicas que serão apresentadas na vitrine digital da Agrotins. Outras soluções tecnológicas aplicáveis à produção de ovinos de corte que estarão à disposição na vitrine serão: Terminação de Cordeiros em Confinamento, Descarte Orientado de Caprinos e Ovinos, o aplicativo CIM Rebanho e Planilha de Gestão de Custos de Produção para Caprinos e Ovinos.

“São soluções tecnológicas com aplicação ampla para qualquer região produtora de ovinos de corte”, frisa Cícero Lucena, chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Caprinos e Ovinos. De acordo com ele, há potencial aplicação para polos como a região do Matopiba – área que envolve parte dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia – ou o Centro-Oeste brasileiro. A Agrotins terá a participação de 22 unidades da Embrapa, de todas as regiões do país.

Soluções tecnológicas para ovinocultura na Agrotins

Data de Publicação: 28/05/2020 às 13:30hs
Fonte: Embrapa Caprinos e Ovinos

2020: no primeiro trimestre, abate de ovinos cresce 183% em MS comparado ao ano passado

O volume de abates de ovinos em Mato Grosso do Sul aumentou 183% no primeiro trimestre de 2020, em relação ao mesmo período do ano passado. O expressivo crescimento se deve, principalmente, à maior procura por conhecimento técnico pelos produtores rurais, que vêm buscando metodologias como as da ATeG (Assistência Técnica e Gerencial), do Senar/MS, para profissionalizar a atividade. Esse é o tema da editoria ‘Mercado Agropecuário’ desta semana.

Dados do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) apontam que, de janeiro a março deste ano, 1.240 ovinos foram abatidos, enquanto que, no mesmo período de 2019, o total chegou a 438 abates.

“Esse aumento é reflexo de uma criação mais profissional no estado. Os produtores de ovinos estão procurando mais conhecimento, como a Ateg/MS desta cadeia produtiva e, com isso, aumentando a produtividade de seus negócios”, explica o técnico, Juliano Bastos.

“A produção mais profissional oferece um produto de mais qualidade que, aliada ao trabalho de divulgação sobre os benefícios para a saúde provenientes da proteína de ovinos, fez com que os números crescessem de forma exponencial”, detalha.

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Mato Grosso do Sul ocupa atualmente a 10ª posição entre os maiores rebanhos de ovinos e o 4º maior produtor de lã do Brasil.

Entretanto, considerando os números do mês de abril, já durante a pandemia da Covid-19, houve redução no numero de abates, que foi de 290.

Mercado Agropecuário – O Sistema Famasul divulga todas as semanas uma matéria sobre o andamento das principais cadeias produtivas de Mato Grosso do Sul.

Data de Publicação: 22/05/2020 às 09:00hs
Fonte: CNA – CONFEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DO BRASI